O delegado Edson Henrique Damasceno, então titular da delegacia policial que investigou a morte do Henry Borel, de 4 anos, em março de 2021, afirmou nesta terça-feira (26) que a análise de prints (reproduções) de mensagens de celular da babá do menino levaram a descobrir o que chamou de “farsa” por trás da morte da criança. “Se não tivessem esses prints , a mentira iria seguir”, declarou no júri durante abertura do segundo dia de julgamento do caso no 2º Tribunal do Júri, no Rio de Janeiro. À época da morte, Damasceno estava à frente da 16ª Delegacia Policial (DP), sediada na Barra da Tijuca, bairro nobre do Rio de Janeiro onde morava o então casal Jairo Souza Santos Júnior, conhecido como Dr. Jairinho, e Monique Medeiros da Costa e Silva, acusados pela morte de Henry Borel. Então vereador no Rio de Janeiro no quinto mandado, Dr. Jairinho era padrasto de Henry, filho de Monique Medeiros com Leniel Borel de Almeida Junior. O menino morreu na madrugada de 8...
Foi aprovado na manhã desta quinta-feira(25), na Câmara Municipal de Fortaleza, um projeto, de autoria da vereadora Priscila Costa (PRTB), que cria o plano municipal de orientação permanente sobre o atendimento nas Unidades de Pronto Atendimento- UPA’s, visando, assim, diminuir a superlotação nas unidades.
Os atendimentos nas Unidades de Pronto Atendimento- UPA’s estão diretamente associados aos tratamentos de enfermidades que ocasionem prejuízos à manutenção de saúde e vida, objetivando o socorro de urgência e emergência. Porém, grande parte dos fortalezenses não têm conhecido sobre quais os principais atendimentos são realizados nas unidades.
Dessa forma, após a sanção do projeto, o Poder Público Municipal deverá estabelecer a criação de uma ampla campanha de conscientização da população de Fortaleza sobre os atendimentos que devem ser praticados nas UPA’s citando as modalidades: Problemas de pressão; corte com sangramento; queda com torsão de muita dor; queda com suspeita de fratura; febre alta; fraturas; cólicas renais; intensa falta de ar; convulsão; dores no peito e vômito constante.
A campanha deverá ser desenvolvida nas unidades de saúde, escolas do município, outros órgãos públicos, associações de moradores e escolas privadas, através da divulgação de material gráfico especifico.
“Muitos pacientes que procuram as UPA’s, fazem de forma errada, já que boa parte dos atendimentos deveriam ser feitos em outras unidades de saúde, como os postos, por exemplo. Isso ocorre por falta de esclarecimento à população. A implementação desse projeto, evitará que pessoas passem horas numa fila de atendimento que pode não ser o local adequado para o tratamento”, enfatizou a parlamentar.
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