Com a proposta de reelaborar o imaginário do medo e do terror como forças de criação da população LGBT+ o Museu de Arte Contemporânea (MAC Dragão), em Fortaleza, recebe a partir deste sábado (18) a exposição “Terror celestial”. A mostra, que vai até o dia 4 de outubro, reúne obras de 24 artistas de diferentes linguagens. O curador, Lucas Dilacerda disse à Agência Brasil que a proposta é abordar a relação da comunidade LGBT+ com o terror. Ele destaca que, historicamente, a sociedade tem classificado essa população como figuras anormais, muitas vezes chamadas de monstros, estranhas, assustadoras, freak, aberrações e uma série de xingamentos que violentam seus corpos. “Essa violência começa a causar uma série de traumas e uma série de problemas e estruturas psíquicas que vão se reverberar na vida adulta. Então, a exposição investiga como todo esse imaginário do terror é reelaborado por esses artistas, transformado e transmutado na produção artística”, disse. Medo do diferente Dilace...
As mechas arrecadadas serão doadas para crianças em tratamento na Associação Peter Pan
Quando falamos em doação, as primeiras opções que passam pela nossa cabeça são dinheiro, roupas e alimentos. Mas, você já pensou em doar algo que não tem custo para você e que em breve terá de volta? A doação de cabelo é algo simples e pode ajudar muitas pessoas. Foi a partir dessa ideia e do compromisso de promover o bem-estar dos pacientes de câncer, que a Unimed Fortaleza arrecadou, durante as ações do Outubro Rosa de 2018, dezenas de mechas de cabelo doadas para crianças em tratamento da doença. A entrega acontece na próxima segunda-feira (29), as 09h, na Associação Peter Pan (Rua Alberto Montezuma, 350 - Vila União).
Segundo a gestora de psicologia do Hospital Regional Unimed (HRU), Roberta Cristina Lima, o câncer é uma doença carregada de tabus e medos. Entre os sintomas mais temidos do tratamento está a perda de cabelo, que traz efeitos imediatos na autoestima dos pacientes. “A doação de cabelo é uma ação que ajuda as pessoas a enfrentarem o tratamento com um impacto emocional menor. É importante tentarmos amenizar o sofrimento que a doença traz. O uso de perucas ajuda no restabelecimento da imagem corporal modificada.”, explica a psicóloga.
A psicologia hospitalar do HRU deu início à campanha há seis meses, quando realizava atividades em alusão ao Outubro Rosa. Durante esse período, foram arrecadadas doações de 29 pessoas entre colaboradores e pacientes. As mechas serão entregues à Associação Peter Pan que será responsável por confeccionar as perucas e distribuir para os pequenos pacientes.
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