Ibovespa cai 2,68%, e dólar fecha em leve baixa a R$ 5,34 Bolsa perde 16,6% na semana, em meio a incertezas fiscais e políticas Wellton Máximo - Repórter da Agência Brasil Publicado em 28/10/2026 - 19:28 Brasília © REUTERS/Yuriko Nakao/Proibida reprodução Versão em áudio O mercado financeiro brasileiro teve mais um dia de forte pressão sobre as ações nesta quarta-feira (28). O Ibovespa caiu 2,68%, aos 171.006,10 pontos, no terceiro pregão consecutivo de perdas, enquanto o dólar encerrou em leve baixa, cotado a R$ 5,34. As incertezas sobre a política fiscal do governo mantiveram os investidores cautelosos, apesar da decisão do Federal Reserve (Fed), o banco central dos Estados Unidos, de manter os juros inalterados. Principais números Ibovespa: 171.006,10 pontos (-2,68%); Bolsa na semana: perda acumulada de 16,6%; Bolsa no mês: recuo de 8,2%; Dólar comercial: R$ 5,34 (-0,19%); Dólar na semana: alta acumulada de 6,95%; Dólar no mês: valorização de 3,19%. Ibovespa renova mínima O Ib...
A transparência no mandato e nas atividades parlamentares é uma das prioridades do deputado federal Heitor Freire, que instalou no PSL-Ceará, diretório do qual é presidente, o Programa de Compliance e Integridade Partidária. O objetivo, segundo ele, é adotar mais um mecanismo de proteção e integridade para os filiados à legenda no estado.
"Saímos na frente com a implementação do compliance, pois considero extremamente importante adotar mecanismos de governança mais eficientes e que tornam as informações mais acessíveis, além de transparentes para quem é ligado ao nosso partido. Estamos muito confiantes de que foi a decisão mais correta, que mostrou nossa liderança e comprometimento com a gestão, atendendo, ainda, ao que determina a legislação eleitoral", declarou Heitor Freire.
O compliance vem obtendo mais espaço nas empresas, sobretudo as que possuem relações com a administração pública. O termo significa 'estar em conformidade com', obedecer ou comprometer-se com a integridade. No âmbito corporativo, uma organização 'em compliance' segue de maneira rigorosa a legislação à qual se submete, além de aplicar princípios éticos nas tomadas de decisões.
"Por meio do compliance asseguramos que todos os envolvidos com a legenda no Ceará estejam de acordo com as práticas corretas e éticas de conduta do partido. A transparência e acesso às informações colabora para o combate à corrupção, redução de riscos na administração, prevenção de comportamentos irregulares ou ilegais dos filiados, entre outros efeitos positivos", enumera o deputado federal.
O primeiro secretário do PSL-Ceará, Lucas Fiuza, destacou que o programa de compliance é uma tendência de grandes corporações e de empresas multinacionais, por exemplo, e tem como base resultados de estudos que comprovam que o grau de satisfação de pessoas, de fidelização, comprometimento e rendimento do trabalho é maior em instituições com forte e estruturada cultura ética.
"Seguimos na direção das boas práticas que devem servir de exemplo em nosso país. É fato que o compliance aumenta a produtividade, melhora o ambiente organizacional e a qualidade de decisões, promovendo uma gestão mais eficiente e de excelência", conclui Fiuza.
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