Fortaleza x Athletic-MG: check-in disponível e ingressos a partir de R$ 15 21/09/2026 08:00 O check-in para o duelo entre Fortaleza e Athletic-MG, válida pela 30ª rodada do Brasileirão Série B, já está disponível! Basta acessar sociofortaleza.com.br para garantir acesso. Os ingressos estarão disponíveis a partir de R$ 15, iniciando venda às 15h desta segunda-feira (21) no site Fortaleza Ingresse e no Pici, mediante a disponibilidade. O duelo será no domingo (27), às 18h30, na Arena Castelão . Associados e associadas ao plano Pra Todo Tricolor terão direito a 300 vagas no setor Superior Central. + Faça seu check-in aqui! CHECK-IN: HORÁRIOS E DIAS DE CADA PLANO - 8h: Conselheiro - 9h: Sócio Proprietário - 10h: Leão do Pici - 11h: Leão de Aço - 12h: Leão Fiel - 13h: Leão Recarga (90% de desconto no ingresso) - 14h: Pra Todo Tricolor (300 vagas gratuitas para a Superior Central) VENDA DE INGRESSOS Disponível a partir das 14h desta segunda-feira (21), acesse Fortaleza Ingress...
Romero Jucá é denunciado por corrupção em contratos da Transpetro e por lavagem de R$ 1 milhão em propinas por meio de doação oficial
A força-tarefa Lava Jato do Ministério Público Federal (MPF) no Paraná denunciou Romero Jucá e Sérgio Machado pelo envolvimento em esquema de corrupção mantido na Transpetro. A denúncia narra a corrupção em quatro contratos e sete aditivos celebrados entre a Galvão Engenharia e a Transpetro, os quais geraram pagamentos ilícitos para Romero Jucá, em 2010, no valor de, pelo menos, R$ 1 milhão.
A Galvão Engenharia, em razão de contratos e aditivos que mantinha na Transpetro, e com a finalidade de continuar recebendo convites para participar das licitações da estatal, efetuava o pagamento de propinas no percentual de 5% do valor de todos os contratos com a subsidiária da Petrobras a integrantes do MDB que compunham o núcleo de sustentação de Sérgio Machado no cargo de presidente da Transpetro.
Segundo a denúncia, o então presidente da Transpetro, Sérgio Machado, indicado e mantido no cargo por Romero Jucá e integrantes do MDB, tinha a função de arrecadar propinas para seus padrinhos políticos. Em contrapartida ao pagamento de propinas pelas empresas, Sérgio Machado, conforme acertado com seus padrinhos políticos, garantia às empreiteiras a continuidade dos contratos e a expedição de futuros convites para licitações.
O pagamento da propina pela Galvão Engenharia foi disfarçado por meio de doação eleitoral oficial de R$ 1 milhão. Em junho de 2010, a empresa efetuou o repasse desses subornos para Romero Jucá ao Diretório Estadual do então PMDB no estado de Roraima. As propinas, assim, irrigaram a campanha de reeleição de Romero Jucá ao Senado, bem como as campanhas do filho e de ex-esposa para o Legislativo.
As investigações comprovaram ainda que a Galvão Engenharia não tinha qualquer interesse em Roraima que justificasse a realização da doação oficial, a não ser o direcionamento de propinas para Romero Jucá.
Para o procurador da República Athayde Ribeiro Costa, “a lavagem de ativos por meio doação oficial eleitoral é de intensa gravidade, pois, além de utilizar um mecanismo com aparência legítima para esquentar dinheiro ilícito, deturpa e desnivela o campo do jogo democrático”.
Para o procurador da República Athayde Ribeiro Costa, “a lavagem de ativos por meio doação oficial eleitoral é de intensa gravidade, pois, além de utilizar um mecanismo com aparência legítima para esquentar dinheiro ilícito, deturpa e desnivela o campo do jogo democrático”.
Por sua vez, a procuradora da República Jerusa Burmann Viecilli destaca que “as provas obtidas a partir dos acordos de colaboração de Sérgio Machado e de executivos da Galvão Engenharia demonstraram um esquema de captura da Transpetro idêntico ao da Petrobras, com ajustes de corrupção nos contratos de responsabilidade de Sérgio Machado”.
Continuidade das investigações – A força-tarefa Lava Jato em Curitiba já ofereceu 5 denúncias relativas ao esquema de corrupção na Transpetro. As investigações prosseguem para elucidação de outros fatos criminosos. O esquema de corrupção investigado perdurou pelo menos até o ano de 2014, no contexto de favorecimento de determinadas empresas que efetuavam pagamentos de vantagens indevidas ao então presidente da estatal, Sérgio Machado, e políticos responsáveis por sua manutenção no cargo.
Autos: 5027765-91.2019.4.04.7000
Íntegra da denúncia
Com informações da PGR- PR
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