Série B Novorizontino busca empate com CRB em Maceió Publicado em 16 de agosto de 2026, às 20h32 Lutando por uma vaga aos playoffs da Série B do Campeonato Brasileiro, o Novorizontino foi ao estádio Rei Pelé, em Maceió (AL), encarar o CRB, na noite deste domingo (16), pelo encerramento da 22ª rodada. Mesmo com boas oportunidades para ambos os lados, o empate sem gols permaneceu até o apito final. Com o 0 a 0, os visitantes ficam na sétima colocação, com 34 pontos, um a mais do que os donos da casa, que ocupam o nono lugar. No momento, Vila Nova, com 37 pontos, Fortaleza, com 36, e Operário Ferroviário e Sport, com 35, iriam aos playoffs, enquanto Criciúma, com 43, e Juventude, com 39, garantiram o acesso direto para a Série A. O primeiro tempo foi equilibrado, com boas chances de ambos os lados. Logo aos cinco minutos, Crystopher bateu com estilo e quase marcou para o CRB. O Novorizontino respondeu aos 28, em batida de Maykon que desviou em Kevin e parou em bela defesa de Vitor C...
Cerca de 16 milhões de brasileiros sofrem de diabetes, a incidência da doença cresceu 61,8% nos últimos dez anos
O dia 26 de junho é responsável por uma grande mobilização sobre o Dia Nacional do Diabetes, que consiste numa doença crônica na qual o corpo não produz insulina, hormônio que controla a quantidade de glicose no sangue, ou não consegue utilizá-la de maneira adequada.
O corpo humano precisa da insulina para utilizar a glicose obtida por meio dos alimentos, como fonte de energia. Quando a pessoa tem diabetes, seu organismo não fabrica o hormônio e não consegue utilizar a glicose adequadamente, aumentando seu nível no sangue. Assim acontece a hiperglicemia, que se permanecer por longos períodos, poderá causar danos aos órgãos, vasos sanguíneos e nervos. A doença tem quatro tipos, sendo os mais comuns, o Tipo 1 e o Tipo 2, mas também existem a Diabetes Gestacional e a Pré-Diabetes.
Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) 16 milhões de brasileiros sofrem de diabetes, a incidência da doença cresceu 61,8% nos últimos dez anos, considerando o período de 2006 a 2016. A doença é uma epidemia global e o Brasil ocupa o 4º lugar no ranking dos países com o maior número de casos, atrás de China, Índia e Estados Unidos. São diversos os fatores que favorecem o crescimento do diabetes nos países em desenvolvimento: obesidade, sedentarismo e alimentação inadequada.
Para o médico nutrólogo André Guanabara cada vez mais fica comprovado o quanto a ingestão dos alimentos está diretamente ligada à saúde de cada pessoa. “A nutrição moderna tem atuado na prevenção de doenças e na manutenção da saúde. O consumo de alimentos industrializados é um dos principais vilões para o aumento dos casos de pessoas com diabetes, em especial a tipo 2. Tudo pode começar no simples prato de comida, tanto a saúde como a doença”, afirma.
Entre os vilões que contribuem para um quadro diabético, está o açúcar, que em sua versão refinada é considerado um carboidrato simples e sem nutrientes, é absorvido muito rapidamente pelo organismo, elevando os níveis de glicose e fazendo com que o pâncreas produza insulina para regular a taxa de glicose no sangue. A liberação deste hormônio além de necessário gera aumento de peso e ainda implica em outros riscos. O grande consumo de açúcar pode gerar riscos de doenças cardiovasculares, obesidade, diabetes, hipertrigliceridemia, potencializando o risco de infarto e acidente vascular cerebral. Também é considerado um destruidor da flora intestinal boa e, além disso, diminui a barreira protetora intestinal. O açúcar vicia porque interage no cérebro com neuropeptídeos, substâncias que levam à dependência. O órgão central do sistema nervoso registra que este tipo de carboidrato é uma fonte rápida de energia e torna a requisitá-lo quando há falta de alimentos.
As pessoas querem viver cada vez mais e com melhor qualidade de vida, mas nem sempre estão agindo acertadamente para alcançar esse objetivo. Muitas vezes, por acomodação, outras vezes por falta de informação e de oportunidades.
“Manter uma alimentação correta, ter uma rotina de exercícios físicos e exercer a espiritualidade tem sido cada vez mais desafiador para a maioria das pessoas, justificadas pela grande quantidade de atividades e responsabilidades do dia a dia. Mas é preciso internalizar que uma vida mais longa e de qualidade só é possível quando existem escolhas, prioridades e dedicação às diversas áreas da vida, buscando tornar viável e regular os cuidados com cada uma delas, permitindo que as pessoas possam se apropriar de alternativas que se encaixem com suas rotinas familiares e de trabalho”, explica o nutrólogo.
O caminho não é rápido nem fácil, mas é muito recompensador. Tudo começa pelo estilo de vida e dedicação à saúde física e emocional.
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