A diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) revogou nesta terça-feira (24/3) as autorizações concedidas às usinas fotovoltaicas (UFV) Aratinga 1 a 5, ao negar recurso movido pelas empresas Aratinga 1 a 5 Geração Solar Energia Ltda aos Termos de Intimação lavrados pela fiscalização da Agência. O motivo foi o atraso no cronograma estabelecido com ausência de início das obras dos empreendimentos e consequente entrada em operação comercial. As cinco usinas, com potência instalada total de 150 MW ( megawatts) seriam localizadas no município de Milagres, no Ceará. A energia a ser gerada pelas UFVs seria integralmente destinada ao Ambiente de Contratação Livre (ACL,) com início da operação comercial previsto para 24 de setembro de 2024. Contudo, sucessivos adiamentos e atrasos injustificados no cronograma de implantação comprometeram a concretização tempestiva dos projetos, tornando os empreendimentos inviáveis no curto ou médio prazo. Categoria Energia Elétrica
A MRV, maior construtora da América Latina, chegou a marca de mais de 10 mil áreas cadastradas em três anos de uso do MRV Terrenos, sistema que gerencia todo o fluxo de compras de terrenos, desde sua identificação e demarcação no Google Maps, até a aprovação da viabilidade, negociação e efetivação da compra. Tudo integrado entre as áreas de Compra de terrenos, Planejamento Financeiro, Jurídico, Projetos de Engenharia, Lançamentos e Crédito Imobiliário.
O sistema, desenvolvido pelas equipes de TI e desenvolvimento imobiliário da MRV, é um grande Big Data de terrenos e de suas vizinhanças. “Além de dados dos terrenos, conseguimos mapear outras informações, como concorrentes, lojas, empreendimentos, viabilidades, dados do IBGE (renda média e densidade demográfica), entre outros”, conta Reinaldo Sima, diretor de tecnologia da informação da MRV.
O executivo ainda destaca que a utilização desta solução permitiu uma maior eficiência e economia de recursos aplicados desde o cadastro de novos terrenos de interesse da empresa até a sua possível legalização após ser adquirido. “O projeto foi concebido para automatizar toda a cadeia produtiva relacionada a aquisição de novos terrenos para construção de futuros empreendimentos. Com o sistema integrado e interligado a análise das informações ficou mais eficaz e ágil, o que reduz custos, torna mais eficiente a tomada de decisões e possibilita termos outros insights em relação ao negócio”, conta Rafael Pires e Albuquerque, diretor de desenvolvimento imobiliário.
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