PMCE prende suspeito de danificar tubulação de água e ônibus escolares em Croatá 30 de outubro de 2026 - 11:26 A Polícia Militar do Ceará (PMCE), por meio da 2ª Companhia do 27º Batalhão de Polícia Militar (27º BPM), prendeu, nessa quinta-feira (29), um homem de 29 anos suspeito de danificar tubulações da rede de distribuição de água da Companhia de Água e Esgoto do Ceará (Cagece) e três ônibus escolares pertencentes à Prefeitura de Croatá. A captura ocorreu após diligências realizadas em conjunto com a Guarda Municipal. Por volta das 8h30, uma equipe policial foi informada pela Secretaria de Segurança do município sobre os danos ao patrimônio público, registrados no bairro Caroba. Conforme as informações, o suspeito teria danificado tubulações da rede de abastecimento de água e quebrado os para-brisas de três veículos utilizados no transporte escolar. Diante da denúncia, os policiais militares iniciaram diligências para localizar o suspeito. Durante as buscas, a composição, acom...
O juiz de Direito da 1ª Vara da Comarca de Iguatu, Eduardo André Dantas Silva, decretou, no dia 18, a indisponibilidade de bens do prefeito daquela cidade, Ednaldo Lavor Couras, no valor de R$ 240.000,00, conforme decisão proferida em Ação Civil Pública por Improbidade Administrativa proposta pelo titular da 5ª Promotoria de Justiça de Iguatu, Fábio Vinícius Ottoni Ferreira, por causa de abuso em contratações temporárias no município.
De acordo com o promotor de Justiça, desde que a atual gestão assumiu a Prefeitura, medidas vêm sendo tomadas pelo Ministério Público, buscando a adequação das contratações aos ditames constitucionais. Entretanto não houve avanço na substituição dos contratados e na realização do concurso público pelo município.
Conforme dados fornecidos pela própria administração e também disponíveis no portal da transparência, em 2017 haviam 656 temporários na folha do município, passando a 926 em 2018 e a 1394 em 2019. Além do número exorbitante, são realizadas contratações para atividades rotineiras da administração pública, sem caracterização do excepcional interesse público, o que só deveria ser feito por concurso público.
Além disso, o representante do O Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE), constatou que a gestão anterior já havia realizado certame licitatório para seleção de empresa para realizar o concurso público do município, deixando para o atual gestor apenas a responsabilidade de contratar a empresa e realizar o concurso, o que não foi feito.
Diante da omissão do prefeito, o magistrado determinou, além do bloqueio de bens, a redução drástica do número de contratados – devendo a administração municipal demonstrar, em 30 dias, fundamentadamente, que as contratações mantidas são necessárias para atender excepcional interesse público – e a abertura imediata de processo licitatório para seleção de empresa para organizar concurso público no município.
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