O atacante Vinícius Júnior denunciou ter sido vítima de racismo na vitória de seu clube, o Real Madrid, da Espanha, sobre o Benfica, de Portugal, por 1 a 0, pelo mata-mata da Liga dos Campeões da Europa. O episódio ocorreu logo após o brasileiro marcar um golaço no Estádio da Luz, abrindo o marcador em Lisboa, capital portuguesa. Aos quatro minutos do segundo tempo, Vini Jr recebeu do atacante Kylian Mbappé na esquerda e bateu da entrada da área. A bola fez um arco e acertou o ângulo do goleiro Anatoliy Trubin. O camisa 7 do Real Madrid festejou dançando em frente à bandeira de escanteio, próximo a torcedores do Benfica. Os jogadores do time português foram tirar satisfações com Vini Jr, que recebeu cartão amarelo do árbitro François Letexier. Quando a confusão parecia encerrada, o brasileiro se dirigiu ao juiz reclamando que foi chamado de "mono", termo em espanhol para macaco. Ele tinha acabado de discutir com Gianluca Prestianni, do Benfica. As imagens da transmiss...
O juiz de Direito da 1ª Vara da Comarca de Iguatu, Eduardo André Dantas Silva, decretou, no dia 18, a indisponibilidade de bens do prefeito daquela cidade, Ednaldo Lavor Couras, no valor de R$ 240.000,00, conforme decisão proferida em Ação Civil Pública por Improbidade Administrativa proposta pelo titular da 5ª Promotoria de Justiça de Iguatu, Fábio Vinícius Ottoni Ferreira, por causa de abuso em contratações temporárias no município.
De acordo com o promotor de Justiça, desde que a atual gestão assumiu a Prefeitura, medidas vêm sendo tomadas pelo Ministério Público, buscando a adequação das contratações aos ditames constitucionais. Entretanto não houve avanço na substituição dos contratados e na realização do concurso público pelo município.
Conforme dados fornecidos pela própria administração e também disponíveis no portal da transparência, em 2017 haviam 656 temporários na folha do município, passando a 926 em 2018 e a 1394 em 2019. Além do número exorbitante, são realizadas contratações para atividades rotineiras da administração pública, sem caracterização do excepcional interesse público, o que só deveria ser feito por concurso público.
Além disso, o representante do O Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE), constatou que a gestão anterior já havia realizado certame licitatório para seleção de empresa para realizar o concurso público do município, deixando para o atual gestor apenas a responsabilidade de contratar a empresa e realizar o concurso, o que não foi feito.
Diante da omissão do prefeito, o magistrado determinou, além do bloqueio de bens, a redução drástica do número de contratados – devendo a administração municipal demonstrar, em 30 dias, fundamentadamente, que as contratações mantidas são necessárias para atender excepcional interesse público – e a abertura imediata de processo licitatório para seleção de empresa para organizar concurso público no município.
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