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Com apoio de tecnologias da SSPDS, Polícia Militar recupera motocicleta roubada na Capital

  O veículo foi localizado em uma via pública, no bairro Pedras, e encaminhado para uma unidade plantonista da PCCE Uma ação da Polícia Militar do Ceará (PMCE), com o auxílio do videomonitoramento na Capital, resultou na recuperação de uma motocicleta com registro de roubo no bairro Pedras, que pertence à Área Integrada de Segurança Pública 16 (AIS 16) de Fortaleza. A ação policial, que resultou na localização e recolhimento do veículo, ocorreu na manhã deste sábado (21). Além do registro do crime, a motocicleta também possuía sinais de adulteração. Durante um patrulhamento pelo bairro Pedras, uma composição do 16º Batalhão da Polícia Militar (16º BPM) foi acionada via Coordenadoria Integrada de Operações de Segurança (Ciops), da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), após o videomonitoramento identificar uma motocicleta que aparentava estar abandonada em uma via pública. Na ocasião, a Ciops/SSPDS repassou aos policiais militares a localização do veículo. Diante d...

Economia - *Impulsionadas por acordo comercial, exportações de tecidos, fios e denim do Ceará para a Colômbia saltam 70,77% no primeiro semestre de 2019*



As exportações cearenses de “Tecidos de algodão, fios de diversas cores e denim contendo pelo menos 85% em peso de algodão” para a Colômbia somaram US$ 1,05 milhão no primeiro semestre de 2019, um salto de 70,77% em comparação com igual período de 2018 (US$ 619.340). O resultado fez com que esses produtos têxteis passassem da terceira para a segunda posição entre os itens cearenses mais vendidos para a Colômbia no primeiro semestre do ano, atrás apenas de “Calçados de borracha ou plástico, com parte superior em tiras ou correias, com saliências (espigões) que se encaixam na sola” (US$ 5,6 milhões). Os dados são do Comex Stat, sistema Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (Mdic), e evidenciam os impactos positivos para o Ceará gerados pelo acordo entre Mercosul e Colômbia, em vigor há pouco mais de um ano e meio, para zerar as tarifas de exportação do setor têxtil.

Para o presidente do Sindicato da Indústria de Fiação e Tecelagem em geral no Estado do Ceará (Sinditêxtil-CE), Rafael Cabral, as exportações de produtos cearenses para a Colômbia – e também para outros países - poderiam ser ainda maiores se o custo da produção do Brasil não fosse tão elevado e o câmbio não variasse muito, mantendo o dólar em um patamar atrativo. “Nós temos um Custo Brasil elevado. Então, só vale a pena exportar com o dólar no patamar de R$ 3,80 a R$ 4. Se o dólar cai, nós não temos como competir com outros produtos têxteis que chegam à Colômbia, vindos de países asiáticos, por exemplo. Assim, mesmo com o acordo comercial, enfrentamos o problema do Custo Brasil e da oscilação cambial”, explica.

Apesar dos desafios, o potencial dos setores têxtil e de confecção do Ceará é ressaltado por representantes dessas cadeias produtivas. “A indústria têxtil do Ceará tem como diferenciais a criatividade, o compromisso, a tecnologia e a força do povo local, que é única. Em termos de indústria têxtil, da fabricação de fios e tecidos, nós somos uma das mais modernas do Brasil”, garante o presidente do Sinditêxtil-CE.

A proximidade com grandes mercados consumidores internacionais, a exemplo da Colômbia, e a oferta de produtos diferenciados são outros pontos a favor do Estado. “O Ceará está entre os maiores produtores têxteis do Brasil, possuindo, ainda, uma localização geográfica privilegiada que favorece os negócios com a Colômbia e também com outras partes do mundo, como o continente africano. Além disso, o Ceará tem algo que poucos estados do Brasil têm, que é a inserção da cultura, do artesanato, nos seus produtos”, destaca o presidente emérito da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), Rafael Cervone.

Eventos internacionais
Para ele, a participação em eventos internacionais, a exemplo da Colombiatex, que ocorre anualmente em Medellín (Colômbia) e é considerada a maior feira do setor têxtil da América Latina, é um dos caminhos para a aproximação comercial e a realização de mais negócios impulsionados pelo acordo comercial que zerou as tarifas para o setor têxtil.

Opinião semelhante tem o presidente do Sindicato das Indústrias de Confecções de Roupas de Homem e Vestuário no Estado do Ceará (Sindroupas), Lélio Matias. De acordo com ele, apesar de o cenário ainda continuar difícil para o setor, os empresários têm “se movimentado” e implementado ações que buscam ajudar a agregar valor aos negócios, como a realização de eventos e a participação em feiras internacionais como a Colombiatex e a Itma, que ocorreu no último mês de junho, em Barcelona (Espanha).

“Na parte de vestuário, a procura estrangeira é mais por calçados e moda praia. A lingerie também tem participação. Outros segmentos também têm conseguido marcar espaço. A gente percebe que a procura vem crescendo, mas ainda não é um número muito expressivo. Para fortalecer mais a cadeia da moda, precisamos de ações como incentivo ao crédito, tecnologia e inovação e capacitação para mudar o perfil do profissional que está atuando nesse setor. Além disso, nós não abrimos mão das missões internacionais”, afirma Lélio Matias.

De olho nas oportunidades
A participação em eventos internacionais tem sido, há algum tempo, uma das principais estratégias do Ceará e do Brasil, de modo, geral, para fomentar os negócios com compradores estrangeiros. Com a entrada em vigor do acordo comercial de taxa zero para o setor têxtil entre a Colômbia e o Mercosul, muitos empresários brasileiros estão apostando no potencial de crescimento no mercado do país vizinho. Não à toa, a edição deste ano da Colombiatex, realizada no fim de janeiro, reuniu o maior número de representantes brasileiros de todas as edições do evento, que ocorre desde o final da década de 1980. Ao todo, foram 41 expositores, incluindo 30 empresas têxteis (algumas com filiais no Ceará) e 9 empresas de máquinas e equipamentos, além de entidades que representam o setor, como a Abit e a Associação Brasileira das Indústrias de Máquinas e Equipamentos (Abimaq). O resultado foi a realização e a prospecção de negócios que superam US$ 67,4 milhões.
Segundo Rafael Cervone, Brasil e Colômbia têm uma relação comercial saudável e com grandes possibilidades de crescimento. “Primeiro, a balança comercial é zerada. Em 2018, o Brasil exportou cerca de US$ 45 milhões para a Colômbia, que exportou o mesmo valor para o Brasil. É um fluxo de comércio justo. Não temos problema de contrabando, de comércio desleal. São países que podem crescer juntos. Além disso, grande parte dos itens importados e exportados são produtos complementares e no início da cadeia produtiva, como fios e tecidos técnicos que ainda serão manufaturados. Isso mostra uma complementaridade, mostra que estamos no caminho certo”, avaliou.

De acordo com o presidente emérito da Abit, no primeiro ano de vigência do acordo de livre comércio, o valor das exportações brasileiras para a Colômbia cresceu 46,6%, passando de US$ 30 milhões, em 2017, para US$ 44 milhões em 2018. Apenas em fios, o Brasil vendeu US$ 7 milhões para o mercado colombiano no ano passado, um incremento de 500% frente a 2017. Outros destaques foram os segmentos de tecidos, com alta de 62%, filamentos (+27%) e vestuário (+25%).

Ele acredita que esses resultados são apenas o começo de uma parceria exitosa e que pode ser ampliada em breve, permitindo ao Brasil o ingresso em outros mercados. “Hoje, o maior país fornecedor para a Colômbia e para o Brasil é a China. Nós podemos substituí-la – e a Ásia toda – e ganhar participação do Brasil e da Colômbia nos nossos mercados. Além disso, estamos estudando também um acordo de regra de origem pelo qual poderemos usar o mercado da Colômbia, que já possui um acordo comercial com os Estados Unidos, para chegarmos ao mercado norte-americano. A Colômbia poderia usar produtos brasileiros para fazer manufatura. A negociação desse acordo está em andamento, mas depende muito do governo. Inicialmente, Brasil, Colômbia e Estados Unidos são favoráveis”, contou.
As oportunidades de negócios a partir dos acordos de livre comércio também foram exaltadas por Carlos Eduardo Botero Hoyos, presidente executivo do Inexmoda, instituto responsável pela realização da Colombiatex. “Como a feira mais reconhecida e especializada do setor têxtil da América Latina, a Colombiatex tem a responsabilidade de impulsionar os negócios do setor. Nosso objetivo é conectar saberes e experiências para seguir dinamizando o setor e aproveitar os tratados de livre comércio”, disse.
Sobre a Colombiatex

A Colombiatex abre o calendário anual dos principais eventos mundiais do setor têxtil. Neste ano, o Brasil, que participa desde o início do evento, contou com o número recorde de 41 expositores, incluindo 30 empresas têxteis e 9  de máquinas e equipamentos, além de entidades que representam o setor. A delegação brasileira, aliás, respondeu por 20% dos expositores internacionais do evento, atrás apenas da Índia (21%).

Com a grande movimentação de expositores e compradores oriundos de diferentes partes do mundo, Medellín, outrora famosa por crimes ligados à droga e à máfia, consolida sua transformação socioeconômica e seu relevante papel como palco de grandes eventos de negócios. Para se ter uma ideia, apenas com a Colombiatex de 2019, a cidade de Medellín recebeu uma injeção econômica de US$ 11 milhões, registrando, ainda, uma taxa de ocupação hoteleira de 88%, uma das maiores do ano.
“A Colombiatex reafirma, cada vez mais, a importância que Medellín adquiriu como epicentro de grandes eventos nacionais e internacionais. Ano após ano, essa feira reúne novidades e novas visões do setor têxtil, se convertendo não só em um espaço de atualização, mas em um centro de negócios e de relacionamentos”, destacou a secretária do Desenvolvimento Econômico de Medellín, Maria Fernanda Galeano.

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