Pediatras alertam para riscos de brinquedos com IA Intenção da SBP é reduzir os riscos de exposição indevida Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil Publicado em 21/10/2026 - 11:48 Brasília © Laura/Adobestock Versão em áudio Brinquedos que conversam com a criança, que são capazes de memorizar o que ela gosta e que até mesmo respondem com palavras de carinho e empatia fazem parte da realidade de boa parte das famílias no Brasil e no mundo e exigem olhar atento por parte de pais e responsáveis. Diante do avanço da inteligência artificial (IA) e de sua aplicação em produtos lúdicos, a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) divulgou um alerta sobre como escolher e acompanhar os efeitos da aplicação desse tipo de tecnologia junto a crianças e adolescentes . Em nota, a entidade destacou que o objetivo do alerta é reduzir os riscos de exposição indevida. Segundo o documento, sistemas de IA generativa, por exemplo, reconhecem voz e imagem, recordam informações, adaptam respostas ...
Das empresas listadas no ranking da revista americana Fortune em 1955, 90% delas já faliram. Naquele ano, o tempo de permanência médio de uma empresa na lista era de 62 anos. Gradativamente este tempo foi diminuindo e hoje a média chegou a 20 anos. E daqui a 10 anos a probabilidade é que chegue a 12 anos.
O que podemos fazer para evitar que nossas empresas estejam nestes 32% é a Grande Pergunta.
A coisa mais desafiadora a se fazer no mundo dos negócios é permanecer no mundo dos negócios. 7 de cada 10 novas empresas sobrevivem pelo menos 2 anos. 50% delas sobrevive a 5 anos, 33% sobrevive pelo menos a 10 anos e 25% continua operando por 15 anos ou mais. O tempo parece ser o fator condenatório comum de milhares de empresas, mas não é isso. O real fator condenatório é a incapacidade das empresas adaptarem-se às mudanças.
Existe em um dos livros de Ernest Hemingway, uma passagem na qual dois amigos estão conversando e um pergunta para o outro que é empresário: "Como você foi a falência?". O outro responde: "De duas formas, aos poucos e de repente". Isto acontece por alguns motivos que listamos abaixo:
Diante dos primeiros sinais de dificuldade, os empresários buscam as causas fora da empresa;
Acreditam que o problema é exclusivamente financeiro;
Pensam da seguinte forma: Se aumentar a produção ou as vendas, abasteço o caixa, pago as dividas e pronto, recupero a saúde da empresa;
Outra atitude é da Fuga. Mergulham no dia-a-dia da empresa e deixam de lado os grandes problemas de longo prazo;
Tem sempre a famosa frase “Minha empresa é diferente”;
Mas o principal fator é a incapacidade de antever e adaptar-se às mudanças do mercado.
Para que sua empresa permaneça no mercado, você tem que constantemente prepará-la para qualquer futuro. Promova uma grande discussão com os seus líderes: O que devemos fazer para que nossa empresa dure 100 anos?
Para preparar as empresas para qualquer futuro e elevar o patamar de desempenho das mesmas, criei o Método ELEVE.
Nele explico que tudo começa com a atitude do empresário de Aprender e Adaptar-se continuamente. Depois explico como cada um dos 8 componentes de uma empresa — criar valor, marketing, vendas, entrega de valor, gerar lucros, pessoas, processos e liderança devem ser trabalhados para que você consiga garantir a sobrevivência, crescimento e perpetuidade da sua empresa.
É sobre estas questões que gosto de pesquisar e quero compartilhar com você estes aprendizados.
O Método ELEVE acontece nos próximos dias 28, 29 e 30 de Outubro em Fortaleza. Aprenda na prática, em 3 dias de uma imersão completa, como gerenciar e liderar uma empresa comigo e com meus sócios.
As candidaturas para o Método Eleve já estão abertas. Acesse www.metodoeleve.com.br, ou clique no botão abaixo, e garanta a sua.
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Um forte abraço e que Deus lhe abençoe!
Eduardo Gomes de Matos
Chairman da Gomes de Matos Consultores Associados

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