Foram 16 anos de espera até que uma nova e talentosa geração recolocasse a Espanha no topo do futebol. Muitos dos ídolos da conquista de 2010, na África do Sul, estiveram em Nova Jersey neste domingo (19). Iker Casillas, Xavi Hernández, Carles Puyol, Andrés Iniesta - autor do gol daquele título - e até mesmo Joan Capdevilla, liberado de última hora para viajar aos Estados Unidos e que chegou lá a tempo de se emocionar com a sonhada segunda estrela. Sim, a Fúria (apelido da seleção espanhola) é, mais uma vez, campeã da Copa do Mundo. Os espanhóis tiveram pela frente os atuais donos da taça. A vitória por 1 a 0 sobre a Argentina, na prorrogação, após um verdadeiro "amasso" durante 120 minutos de jogo, colocou a seleção europeia no grupo seleto de bicampeões mundiais, que também tem Uruguai e França - além, claro, daqueles com três ou mais títulos, como os próprios argentinos e, o maior de todos os ganhadores e único penta, o Brasil. Diferentemente de 2010, o herói do títu...
Das empresas listadas no ranking da revista americana Fortune em 1955, 90% delas já faliram. Naquele ano, o tempo de permanência médio de uma empresa na lista era de 62 anos. Gradativamente este tempo foi diminuindo e hoje a média chegou a 20 anos. E daqui a 10 anos a probabilidade é que chegue a 12 anos.
O que podemos fazer para evitar que nossas empresas estejam nestes 32% é a Grande Pergunta.
A coisa mais desafiadora a se fazer no mundo dos negócios é permanecer no mundo dos negócios. 7 de cada 10 novas empresas sobrevivem pelo menos 2 anos. 50% delas sobrevive a 5 anos, 33% sobrevive pelo menos a 10 anos e 25% continua operando por 15 anos ou mais. O tempo parece ser o fator condenatório comum de milhares de empresas, mas não é isso. O real fator condenatório é a incapacidade das empresas adaptarem-se às mudanças.
Existe em um dos livros de Ernest Hemingway, uma passagem na qual dois amigos estão conversando e um pergunta para o outro que é empresário: "Como você foi a falência?". O outro responde: "De duas formas, aos poucos e de repente". Isto acontece por alguns motivos que listamos abaixo:
Diante dos primeiros sinais de dificuldade, os empresários buscam as causas fora da empresa;
Acreditam que o problema é exclusivamente financeiro;
Pensam da seguinte forma: Se aumentar a produção ou as vendas, abasteço o caixa, pago as dividas e pronto, recupero a saúde da empresa;
Outra atitude é da Fuga. Mergulham no dia-a-dia da empresa e deixam de lado os grandes problemas de longo prazo;
Tem sempre a famosa frase “Minha empresa é diferente”;
Mas o principal fator é a incapacidade de antever e adaptar-se às mudanças do mercado.
Para que sua empresa permaneça no mercado, você tem que constantemente prepará-la para qualquer futuro. Promova uma grande discussão com os seus líderes: O que devemos fazer para que nossa empresa dure 100 anos?
Para preparar as empresas para qualquer futuro e elevar o patamar de desempenho das mesmas, criei o Método ELEVE.
Nele explico que tudo começa com a atitude do empresário de Aprender e Adaptar-se continuamente. Depois explico como cada um dos 8 componentes de uma empresa — criar valor, marketing, vendas, entrega de valor, gerar lucros, pessoas, processos e liderança devem ser trabalhados para que você consiga garantir a sobrevivência, crescimento e perpetuidade da sua empresa.
É sobre estas questões que gosto de pesquisar e quero compartilhar com você estes aprendizados.
O Método ELEVE acontece nos próximos dias 28, 29 e 30 de Outubro em Fortaleza. Aprenda na prática, em 3 dias de uma imersão completa, como gerenciar e liderar uma empresa comigo e com meus sócios.
As candidaturas para o Método Eleve já estão abertas. Acesse www.metodoeleve.com.br, ou clique no botão abaixo, e garanta a sua.
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Um forte abraço e que Deus lhe abençoe!
Eduardo Gomes de Matos
Chairman da Gomes de Matos Consultores Associados

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