Petrobras batiza primeiro navio a navegar com tripulação 100% feminina Equipe embarcada no Starnav Elektra é composta por 16 mulheres Douglas Corrêa - Repórter da Agência Brasil Publicado em 19/09/2026 - 12:37 Rio de Janeiro © Fernando Frazão/Agência Brasil Versão em áudio A Petrobras batizou, no Píer Mauá, a embarcação Starnav Elektra, primeira entrega do Programa Mar Aberto, iniciativa voltada para renovação e ampliação da frota da companhia. A embarcação foi construída no Estaleiro Detroit, em Itajaí (SC), e agora segue para operar nas plataformas das bacias petrolíferas brasileiras. Investimento foi de R$ 450 milhões. O Starnav é o primeiro navio afretado pelo Programa Mar Aberto. A embarcação navegou de Santa Catarina ao Rio de Janeiro com uma tripulação 100% feminina, equipe composta por 16 mulheres sob a liderança da comandante Isabela Teixeira Ponce de Leon. A presidente da Petrobras, Magda Chambriard, destacou nesta quinta-feira (17), que os investimentos feitos pela com...
Especialista na área de marketing digital recomenda cuidado na hora de investir em serviços de profissionais do mais novo mercado: coaching. Hábitos vendidos por esses profissionais não são suficientes para alavancar negócios
O termo “coaching” passou a ser visto em diversos canais multimídia: televisão, rádio, web e principalmente nas redes sociais. Quem pratica essa atividade vende soluções eficazes para qualquer tipo de problema em um curto tempo, até mesmo nos negócios, quando envolve a possibilidade de aumentar de forma expressiva a renda de quem está em crise. Na esfera do marketing digital, a influência desses profissionais no alcance das redes deve ser encarada com cuidado por empresas que desejam utilizar seus serviços nos negócios.
De acordo com a International Coach Federation (ICF), a maior associação global desses profissionais, cerca de 70 mil pessoas no Brasil já exercem essa atividade que, inclusive, está sendo discutida no Senado Federal para ser reconhecida e regulamentada. Em um mercado que demonstra adesão, empresas em crise procuram orientações desses profissionais que, em alguns casos, não possuem formação acadêmica, já que a atividade não exige nenhuma certificação.
A associação define o termo “coaching” como “uma parceria com os clientes em um processo instigante e criativo que os inspira a maximizar seu potencial pessoal e profissional”. Segundo a própria ICF, a atividade não é terapia, não é psicoterapia, não realiza curas emocionais, não trata a saúde mental, não é consultoria financeira ou de marketing. Mas, na prática, a realidade é outra.
Alerta
No anseio de alcançar grandes públicos e engajamento nas redes sociais, empresas procuram orientações desses profissionais, um custo que pode ser evitado com uma boa gestão do negócio. É o que o especialista Lucas Cerqueira afirma. “Eles usam um termo bastante comum que é o mindset (pode ser entendido como configuração da mente, compreendido como a forma como o indivíduo organiza a mente), que é uma série de hábitos que eles acreditam que irão mudar a condição das pessoas ou das empresas. Mas isso sozinho não é suficiente para ter um modelo de negócio viável, porque não é sustentável. Isso é vendido como é algo que é a solução para todos os problemas”, diz.
Antes de investir nesses profissionais, Cerqueira também salienta que existem outras ferramentas que podem ser efetivas na solução de problemas de empresas do ramo digital. “Muitas vezes, vemos empresários utilizando esses profissionais como parâmetro, quando na verdade ele deveria diversificar suas estratégias, que seriam muito mais baratas. É preciso investir em estratégias de marketing mais direcionadas, entendendo de onde vem a demanda do cliente para resultar em uma solução mais viável, principalmente no ambiente digital”, pondera.
Sobre Lucas Cerqueira
Formação em Administração, com experiência na área financeira e especialidade em marketing de tecnologia, serviços e consumo. Empreendedor e sócio de uma empresa de marketing digital e consultoria financeira, a ST Gestão.
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