Em 13 anos, doença inflamatória intestinal cresce 5 vezes no Brasil Número de casos passou de 30 para 158, entre 2012 e 2025 Vitor Abdala - Repórter da Agência Brasil Publicado em 25/09/2026 - 10:31 Rio de Janeiro © Nadzeya/ Adobe Stock Versão em áudio O número de pessoas com doenças inflamatórias intestinais (DII) cresceu cinco vezes no Brasil, entre 2012 e 2025. A incidência dessas enfermidades – como a doença de Crohn e a retocolite ulcerativa – passou de 30 para 158 casos por 100 mil habitantes no período. O dado é de um estudo apresentado no 74º Congresso Brasileiro de Coloproctologia , que ocorre até este sábado (26), em Balneário Camboriú (SC). O levantamento foi feito por dois membros da Sociedade Brasileira de Coloproctologia (SBCP): Abel Quaresma, da Universidade do Oeste de Santa Catarina (Unoesc), e Paulo Kotze, da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR). Eles trabalharam em parceria com pesquisadores das universidades de Calgary (Canadá), d...
Sete praias do Ceará estão impróprias para banho, por causa do óleo derramado em alto mar. A informação é do boletim de balneabilidade extraordinário divulgado, nesta terça-feira (1), pela Superintendência Estadual do Meio Ambiente (Semace). A autarquia examinou amostras de água do mar de 35 praias, colhidas na quinta-feira (26), quando equipes da Semace percorreram o litoral avaliando a extensão do dano causado pelo derramamento do óleo.
De acordo com o exame, das 18 praias analisadas no litoral oeste, que vai de Icaraí (Caucaia) ao Preá (Cruz), cinco estão impróprias para o banho de mar: Cumbuco (Caucaia), Taíba (São Gonçalo do Amarante, Paracuru (Paracuru), Flexeiras (Trairi) e Mundaú (Trairi). Veja o boletim completo aqui.
No litoral leste, que vai da praia da Cofeco (Fortaleza) à Redonda (Icapuí), a situação é mais favorável. Das 17 praias monitoradas no trecho, duas foram condenadas pelo exame: Proto das Dunas (Aquiraz) e Pontal de Maceió (Fortim). Veja o boletim completo aqui.
No exame anterior, referente a amostras coletadas em julho, todas as praias estavam em condição aconselhável para atividades de esporte e lazer.
De acordo com o exame, das 18 praias analisadas no litoral oeste, que vai de Icaraí (Caucaia) ao Preá (Cruz), cinco estão impróprias para o banho de mar: Cumbuco (Caucaia), Taíba (São Gonçalo do Amarante, Paracuru (Paracuru), Flexeiras (Trairi) e Mundaú (Trairi). Veja o boletim completo aqui.
No litoral leste, que vai da praia da Cofeco (Fortaleza) à Redonda (Icapuí), a situação é mais favorável. Das 17 praias monitoradas no trecho, duas foram condenadas pelo exame: Proto das Dunas (Aquiraz) e Pontal de Maceió (Fortim). Veja o boletim completo aqui.
No exame anterior, referente a amostras coletadas em julho, todas as praias estavam em condição aconselhável para atividades de esporte e lazer.
Óleo na praia
Algumas das praias foram reprovadas pela Semace, independentemente do exame, por causa da ocorrência de óleo na areia. “Embora os valores de coliformes termotolerantes estejam dentro dos critérios estabelecidos, os pontos de amostragem foram considerados impróprios em função da presença de resíduos ou despejos, sólidos ou líquidos”, afirma o boletim.
Nove praias do estado foram limpas, durante um mutirão realizados por servidores da Semace. O esforço foi realizado no fim de semana (28 e 29). De acordo com o gerente de Análise e Monitoramento da Semace, Gustavo Gurgel, “o banhista deve ficar atento para uma possível volta do óleo à praia e evitar o banho, sem a necessidade do exame da Semace”.
Nove praias do estado foram limpas, durante um mutirão realizados por servidores da Semace. O esforço foi realizado no fim de semana (28 e 29). De acordo com o gerente de Análise e Monitoramento da Semace, Gustavo Gurgel, “o banhista deve ficar atento para uma possível volta do óleo à praia e evitar o banho, sem a necessidade do exame da Semace”.
Monitoramento
A Semace está recebendo informações de moradores e frequentadores das praias sobre a ocorrência de óleo ou de animais oleados, vivos ou mortos. A autarquia mantém uma equipe de plantão para tomar as providências de limpeza e resgate do animal. E orienta a não entrar em contato direto com o óleo nem a limpar o animal atingido.
As informações podem ser dadas pelos telefones: 0800.275.2233, 3101.5515, 3101.5562, 3101.5580 ou 3452.3083. Ou ainda pelo aplicativo da Semace, disponível gratuitamente para plataformas Android nas lojas da internet.
As informações podem ser dadas pelos telefones: 0800.275.2233, 3101.5515, 3101.5562, 3101.5580 ou 3452.3083. Ou ainda pelo aplicativo da Semace, disponível gratuitamente para plataformas Android nas lojas da internet.
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