Ceará realiza mais um trabalho no Vovozão e segue cronograma de treinamentos para confronto com a Ponte Preta 30 de Julho de 2026 | Atualizado em: 30 de Julho de 2026 às 17:46 Entenda os detalhes da programação alvinegra e objetivos de cada ação dos 12 dias sem partidas oficiais Link para compartilhamento: Copiar Foto: Gabriel Silva/Ceará SC O Ceará segue seu calendário de preparação para a partida do próximo dia 07/08, diante da Ponte Preta, em mais um jogo do Campeonato Brasileiro Série B 2026. Nesta quinta-feira, as atividades tiveram prosseguimento com mais uma atividade no CT de Porangabuçu. O cearasc.com conversou com exclusividade com o head de saúde e performance alvinegro, André Martins, sobre a importância do período sem partidas oficiais para a preparação da equipe no que se refere às questões físicas e clínicas. Em meio à janela de transferências do meio da temporada, o elenco alvinegro tem passado por uma série de modificações, o que faz com que a...
O Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE), por meio da 3ª Promotoria de Justiça de Icó, ajuizou Ação Civil Pública (ACP) em face do ex-prefeito de Icó, Jaime Júnior, de 15 ex-gestores e ex-servidores no Município e de quatro empresas por indícios de graves irregularidades durante o mandato do gestor municipal entre 2013 e 2016. A ACP foi distribuída na última sexta-feira (11/10) para a 2ª Vara de Icó.
Em 8 de fevereiro de 2019, a 3ª Promotoria de Icó instaurou procedimento administrativo para fiscalizar as contas de gestão referente ao exercício financeiro de 2016 do ex-prefeito Jaime Junior, com base em fiscalização extraordinária do Tribunal de Contas dos Municípios do Estado do Ceará feita em novembro de 2016 e acompanhada pelo MPCE.
Entre as irregularidades verificadas na fiscalização do Tribunal, destacam-se: inoperância de controle interno; má conservação patrimonial; mercadorias liquidadas e não recebidas; indícios de superfaturamento ou não realização de obras de engenharia na forma contratada, a despeito de pagamento efetuado; paralisações e descontinuidade do serviço de transporte escolar; endividamento municipal oriundo de despesas com energia elétrica, água, telefonia fixa e móvel; gastos com INSS e indícios de apropriação indébita previdenciária; despesas empenhadas a pagar sem lastro financeiro, descumprindo a Lei de Responsabilidade Fiscal; gastos indevidos com contratação de pessoal; redução da folha de pagamento dos servidores comissionados; e contratação temporária durante período vedado pela lei eleitoral.
Na Ação, a Promotoria pede ao Juízo a condenação dos requeridos por danos causados ao erário municipal e pela prática de atos ímprobos, violando os princípios da Administração Pública. Entre outros pedidos, o MPCE requer à Justiça liminar decretando a indisponibilidade dos bens e rendas de todos os demandados e o bloqueio de todas as contas bancárias e aplicações financeiras existentes em nome dos demandados até o valor de 100 vezes o valor das remunerações.
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