Defesa Civil diz não haver motivo para pânico por kit de emergência Medida é preventiva e não existe alerta nacional Agência Brasil Publicado em 08/11/2026 - 17:26 Brasília © Defesa Civil/Divulgação Versão em áudio Em nova publicação nas redes sociais neste domingo (8), a Defesa Civil Nacional buscou tranquilizar a população a respeito da recomendação para a confecção de kit de emergência, afirmando que a medida é preventiva, não havendo motivo para gerar pânico. “Calma! Falar de kit de emergência não é sinal de perigo, é sinal de que prevenir faz parte da rotina”, diz a legenda do post em que a Defesa Civil pede para que “não criemos pânico”. A nova publicação foi realizada dois dias após uma primeira, em que a Defesa Civil incentivou os brasileiros a prepararem um kit de emergência como “uma atitude importante de prevenção”, uma vez que em desastres de grandes proporções a ajuda pode demorar a chegar. Segundo a orientação do órgão, é recomendável que todos tenham já organizado ...
O Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (Comdica) de Pentecoste acatou, na última terça-feira (15), o pedido do Ministério Público do Ceará (MPCE) pela impugnação de cinco participantes do processo de escolha de conselheiros tutelares, realizado no dia 6 de outubro. A Promotoria de Justiça de Pentecoste requereu a impugnação, na última quinta-feira (10), dos seguintes candidatos: Patrícia do Tiago, Diene do Deca, Carol Leite, Liliane Lima e Fabiano da Legnas.
Segundo o promotor de Justiça Jairo Pequeno Neto, alguns parlamentares deixaram claro – durante sessão da Câmara dos Vereadores, no dia seguinte à eleição — que apoiaram diretamente determinados candidatos, violando, assim, as regras eleitorais que vedam a vinculação político-partidária e proíbem qualquer tipo de apoio político aos candidatos a conselheiro tutelar.
Dos candidatos com o pedido de impugnação, três obtiveram votações expressivas e foram eleitos e outros dois ficaram entre os suplentes. Segundo o titular da Promotoria de Pentecoste, a eleição do Conselho Tutelar na cidade foi “uma verdadeira corrida eleitoral antecipada, uma vez que políticos apoiaram diretamente alguns candidatos, utilizando-se da eleição do Conselho como forma de demonstração de força política no município”, desvirtuando-se completamente do objetivo da seleção dos novos conselheiros tutelares.
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