Primeiro tempo encerra com o Leão do Pici na frente – O Fortaleza venceu o Londrina por 2 a 1, neste domingo (20), no Estádio Vitorino Gonçalves Dias, pela 29ª rodada da Série B do Brasileirão. Heron marcou contra e abriu o placar para o Leão do Pici, mas Igor Bahia deixou tudo igual para os donos da casa. Na reta final, Neres apareceu para garantir a vitória do Tricolor de Aço fora de casa. Com o resultado, o Tricolor de Aço assumiu a vice-liderança, com 51 pontos, e encostou no Vila Nova, que também soma 51 e ocupa a primeira posição. O Tubarão, por sua vez, perdeu após duas vitórias consecutivas e permanece na 18ª colocação, dentro do Z4, com 28 pontos. https://www.terra.com.br/esportes/futebol/brasileiro-serie-b/fortaleza-arranca-a-vitoria-no-fim-contra-o-londrina-pela-serie-b,ac5781733f98f18a4dc4fb22aa1c1f717g4puz5a.html?utm_source=clipboard
O Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (Comdica) de Pentecoste acatou, na última terça-feira (15), o pedido do Ministério Público do Ceará (MPCE) pela impugnação de cinco participantes do processo de escolha de conselheiros tutelares, realizado no dia 6 de outubro. A Promotoria de Justiça de Pentecoste requereu a impugnação, na última quinta-feira (10), dos seguintes candidatos: Patrícia do Tiago, Diene do Deca, Carol Leite, Liliane Lima e Fabiano da Legnas.
Segundo o promotor de Justiça Jairo Pequeno Neto, alguns parlamentares deixaram claro – durante sessão da Câmara dos Vereadores, no dia seguinte à eleição — que apoiaram diretamente determinados candidatos, violando, assim, as regras eleitorais que vedam a vinculação político-partidária e proíbem qualquer tipo de apoio político aos candidatos a conselheiro tutelar.
Dos candidatos com o pedido de impugnação, três obtiveram votações expressivas e foram eleitos e outros dois ficaram entre os suplentes. Segundo o titular da Promotoria de Pentecoste, a eleição do Conselho Tutelar na cidade foi “uma verdadeira corrida eleitoral antecipada, uma vez que políticos apoiaram diretamente alguns candidatos, utilizando-se da eleição do Conselho como forma de demonstração de força política no município”, desvirtuando-se completamente do objetivo da seleção dos novos conselheiros tutelares.
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