A ação é também a primeira captação múltipla de órgãos de 2026 A Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) por meio da Coordenadoria Integrada de Operações Aéreas (Ciopaer), em parceria com a Secretaria de Saúde do Estado do Ceará (Sesa), realizou uma missão inédita: a primeira captação de pulmões fora da capital cearense, no Hospital Regional do Sertão Central (HRSC), em Quixeramobim – Área Integrada de Segurança 20 (AIS 20) do estado. O procedimento, que integra a primeira captação múltipla de órgãos de 2026 e representa um grande avanço na descentralização da alta complexidade em saúde, foi realizado nessa terça-feira (20). A Ciopaer realizou o transporte aéreo de três equipes de transplante de órgãos que partiram de Fortaleza com destino ao Hospital Regional do Sertão Central (HRSC), em Quixeramobim, onde foram captados dois rins e dois pulmões do doador. Para a operação, foram empregadas duas aeronaves, Fênix 04, um EC135 P2+ e Fênix 07, um EC145 C2, esta...
A Unimed Norte Nordeste deve fornecer internação domiciliar para criança diagnosticada com doença degenerativa. A decisão, em caráter liminar, foi proferida pelo juiz Alisson do Valle Simeão, da 5ª Vara Cível de Fortaleza. O magistrado entendeu que o tratamento é de “extrema necessidade”, conforme indicação médica. O não cumprimento da medida resultará na aplicação de multa diária no valor de R$ 500,00.
De acordo com o processo, o garoto, que atualmente está com 11 anos, tem distrofia muscular congênita, e em razão da doença apresenta insuficiência respiratória neuromuscular com síndrome de apneia obstrutiva do sono e asma. Médico pediatra que o acompanha indicou a necessidade de suporte ventilatório mecânico domiciliar, assim como o uso contínuo de diversos medicamentos, além de acompanhamento pneumológico, nutricional e fisioterápico.
Por isso, a família solicitou, administrativamente, o tratamento ao plano de saúde, que negou o pedido. A Unimed Norte Nordeste alegou que o procedimento não está previsto no rol de cobertura estabelecido pela Agência Nacional de Saúde (ANS).
A família ingressou com ação (nº 0175669-61.2019.8.06.0001) requerendo o acesso à internação domiciliar, com pedido de urgência. Argumentou que serviço de home care é um desdobramento do atendimento hospitalar contratualmente previsto. Sustentou que o procedimento é necessário para a manutenção da vida do garoto.
Na decisão, o juiz explicou que a jurisprudência dominante entende que a Unimed pode apontar quais doenças dará cobertura, mas não pode dizer qual procedimento deve ser realizado, “pois isso quem determina é o profissional de saúde habilitado para o tratamento que acompanha o caso”.
Ainda na decisão, ficou definido que após 12 meses do início do cumprimento da medida, a família deverá juntar aos autos relatório médico informando a situação de saúde da criança e a necessidade de continuidade, ou não, da internação domiciliar.
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