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Nos pênaltis, Inter elimina Grêmio e segue na Copa do Brasil Feminina Gabi Barbieri pega duas cobranças e leva coloradas às oitavas de final

  O maior clássico do futebol gaúcho definiu um dos classificados às oitavas de final da Copa do Brasil Feminina. E o Internacional foi quem se deu bem.  Nesta quarta-feira (27), as Gurias Coloradas venceram o Grêmio por 4 a 2 nos pênaltis , após empate sem gols no tempo normal no Beira-Rio, em Porto Alegre. Após 90 minutos de muita transpiração, mas poucas oportunidades, a emoção ficou reservada para a disputa de penalidades. Após a zagueira Débora converter o primeiro chute das anfitriãs, a meia Camila Pini bateu rasteiro, no canto direito, e Gabi Barbieri fez a defesa. A goleira colorada não segurou o chute da atacante Brenda Woch, mas voltou a brilhar na terceira cobrança gremista, evitando o gol da meia Leidi. A meia Joana e a atacante Alice marcaram para o Inter e a zagueira Bianca Martins teve a chance de liquidar o confronto, mas parou na goleira Raíssa. A volante Amanda Brunner converteu a quarta batida e manteve o Grêmio vivo, mas a atacante Caty, ex-jogadora do Tric...

Saúde - *30 de outubro é Dia Nacional da Luta Contra Doenças Reumáticas; 12 milhões de brasileiros são acometidos*



As doenças reumáticas podem impactar significativamente a qualidade de vida dos pacientes por, na maioria dos casos, afetar o aparelho locomotor, e até mesmo comprometer demais partes do corpo humano, como rins, pele, olhos, intestino e coração. Pensando na importância em chamar a atenção da população sobre prevenção e tratamento, a cada 30 de outubro há o Dia Nacional da Luta Contra Doenças Reumáticas.

Segundo o Ministério da Saúde, no Brasil, pelo menos, 12 milhões de pessoas têm doenças reumáticas. Pesquisas contabilizam mais de 150 tipos de doenças reumáticas existentes.  O médico ortopedista Rodrigo Astolfi explica que as doenças reumáticas causam tantas dores, porque o corpo humano começa a atacar as próprias articulações. O médico cita que as principais doenças reumáticas são: lúpus, artrite reumatóide e espondilite anquilosante.

Segundo Rodrigo Astolfi, alterações genéticas influenciam para o reumatismo, assim como a má alimentação, já que determinados alimentos podem aumentar o processo inflamatório no corpo. Ele acrescenta ser difícil falar sobre cura, mas que “se consegue ter um bom controle das dores na maior parte dos pacientes com o uso de medicações que reduzem o processo inflamatório”.

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