A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) confirmou, nesta quinta-feira (23), que a seleção feminina será anfitriã dos amistosos contra os Estados Unidos, tetracampeões mundiais, em junho. O primeiro duelo será dia 6, na Neo Química Arena, em São Paulo. Três dias depois, as equipes voltarão a medir forças, desta vez na Arena Castelão, em Fortaleza. Os estádios estão entre os selecionados para receber jogos da Copa do Mundo Feminina do ano que vem. As brasileiras estão garantidas, por serem o país-sede. Para se classificarem, as estadunidenses terão de alcançar, ao menos, as semifinais do Campeonato da Confederação de Futebol da América do Norte, Central e Caribe (Concacaf), em novembro. As seleções se enfrentaram seis vezes no Brasil, com duas vitórias para cada lado e dois empates. O último jogo foi em 21 de dezembro de 2014, pela final do Torneio Internacional de Brasília, competição amistosa que ainda reuniu China e Argentina. A rede não balançou no Mané Garrincha e o título ...
Adultos, crianças, jovens e famílias participaram neste domingo (03/11), de movimento contra a liberação das drogas pelo Supremo Tribunal Federal (STF). O evento ocorreu na Praça da Imprensa, em Fortaleza. A mobilização é uma iniciativa do Movimento Brasil sem Drogas (MBD) e contou ainda com a participação de políticos, líderes religiosos, representantes de instituições, entre outros.
O coordenador nacional do MDB, Roberto Lasserre explica que a iniciativa que ocorreu em outras 52 cidades do Brasil, surgiu devido a uma possível decisão favorável do Supremo sobre a criminalização da posse de drogas para consumo próprio. O assunto deverá entrar a qualquer momento em pauta de julgamento da Casa.
“As famílias cearense hoje estão reunidas aqui para mostrar ao STF e a sociedade brasileira que nós somos contra a legalização das drogas”, destacou Lasserre. Ele disse ainda que “caso o artigo 28 da Lei 11.343/2006 ( Lei de Drogas) seja revogado, o usuário poderá portar certa quantidade de drogas sem precisar responder a qualquer procedimento restritivo por parte do Estado”
Rossana Kobf, coordenadora do Movimento no Ceará ressaltou que além de sensibilizar o STF, o objetivo é a “conscientização das famílias que estão aqui para serem multiplicadores da prevenção”. No Ceará eles trabalham a prevenção das drogas nas escolas e empresas.
A vereadora de Fortaleza, Priscila Costa, destacou que a população tem consciência que as drogas “são terrível mal para as famílias, juventude e para a nação enquanto sociedade”. “Precisamos fincar a nossa bandeira a favor da vida sem drogas, de um Brasil sem drogas. O Brasil não quer, as famílias não querem, o brasileiro não acredita na legalização das drogas e precisamos romper esse silêncio para fazer nossa voz e fazer com que nossa mensagem chegue até Brasília, chegue até o Supremo”, disse ainda.
O dependente químico em recuperação, Jorge Damasceno, esteve presente com sua família para reforçar a importância de trabalhar a prevenção às drogas. “Hoje eu trabalho com a prevenção de drogas em escola e acho que ela é a raiz do momento, precisamos falar dentro de casa, nas escolas e em todos os lugares”, disse. Ele ressalta que as pessoas precisam saber o que os entorpecentes podem causar ao ser humano.
Paulo Fiuza da Organização Não Governamental (ONG) Amor- Exigente que trabalha dando apoio às famílias e os dependentes químicos, destacou que essa mobilização está servindo para “conscientização da população, por que sabemos do sofrimento das famílias por causa das drogas”.
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