O medicamento de alto custo cladribina oral, que já é distribuído pelo Sistema Único de Saúde (SUS) a pacientes com esclerose múltipla, passará a ser produzido no Brasil pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Com isso, os custos de aquisição devem cair, permitindo que mais pacientes recebam a medicação. Sob o nome comercial Mavenclad, a medicação foi incorporada ao SUS em 2023 para o uso de pacientes com esclerose múltipla remitente-recorrente (EMRR) altamente ativa, ou seja, que apresentam surtos frequentes ou progressão rápida da doença, apesar de já utilizarem a terapia de base. Atualmente, o custo médio do tratamento para cada paciente é de quase R$ 140 mil em cinco anos. A estimativa é de que cerca de 3,2 mil pessoas apresentem a doença com alta atividade no país. No entanto, mais de 30 mil brasileiros convivem com a esclerose múltipla do tipo remitente-recorrente, o mais comum, caracterizado por episódios de surtos, intercalados com períodos de remissão....
A formação política das tucanas cearenses esteve em destaque nesta sexta-feira (22), com a realização do Fórum Por Mais Mulheres na Política. O evento contou com mais de 100 lideranças de 60 municípios cearenses, reforçando conhecimentos sobre legislação eleitoral, marketing político e comunicação na era digital com o objetivo de preparar novas lideranças com potencial político para disputar cargos eletivos nas eleições de 2020.
O presidente do diretório municipal do PSDB Fortaleza e pré-candidato a prefeito da capital, Carlos Matos, destacou em seu discurso o papel estratégico das mulheres na renovação dos partidos políticos. “É fundamental que as legendas criem ambientes mais arejados para que a diversidade se estabeleça. Estamos a menos de um ano das próximas eleições municipais e o PSDB tem a preocupação em atrair mais mulheres para a política, como forma inclusive de amplificar o debate sobre assuntos de importância para a sociedade atual”, destacou o dirigente tucano.
Para a presidente do secretariado estadual do PSDB-Mulher Ceará, Maria de Jesus Carvalho Bertoldo, a representação feminina na política é questão urgente, para corrigir um desequilíbrio flagrante na representação tanto no executivo quanto nas casas legislativas. “Somos 52% do eleitorado, mas ainda conquistamos somente 11% dos cargos eletivos. Precisamos melhorar a eficácia desse modelo de proteção jurídica à participação da mulher na política”, afirma Jesus Bertoldo.
Durante o Fórum, as mulheres realizaram grupos de trabalho e aprovaram demandas que serão levadas ao Congresso Nacional do PSDB, no próximo dia 7 de dezembro, em Brasília. Também foram atualizadas sobre as mudanças na legislação eleitoral e as estratégias de marketing para melhorar a comunicação na campanha.
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