Em 13 anos, doença inflamatória intestinal cresce 5 vezes no Brasil Número de casos passou de 30 para 158, entre 2012 e 2025 Vitor Abdala - Repórter da Agência Brasil Publicado em 25/09/2026 - 10:31 Rio de Janeiro © Nadzeya/ Adobe Stock Versão em áudio O número de pessoas com doenças inflamatórias intestinais (DII) cresceu cinco vezes no Brasil, entre 2012 e 2025. A incidência dessas enfermidades – como a doença de Crohn e a retocolite ulcerativa – passou de 30 para 158 casos por 100 mil habitantes no período. O dado é de um estudo apresentado no 74º Congresso Brasileiro de Coloproctologia , que ocorre até este sábado (26), em Balneário Camboriú (SC). O levantamento foi feito por dois membros da Sociedade Brasileira de Coloproctologia (SBCP): Abel Quaresma, da Universidade do Oeste de Santa Catarina (Unoesc), e Paulo Kotze, da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR). Eles trabalharam em parceria com pesquisadores das universidades de Calgary (Canadá), d...
13 de dezembro foi a data escolhida para dar alusão ao dia do cego. Este dia foi criado com o objetivo de diminuir a discriminação e aumentar a integração dos deficientes visuais. Segundo dados do IBGE, no Brasil, existem mais de 6,5 milhões de pessoas com deficiência visual, sendo 582 mil cegas e 6 milhões com baixa visão. A cegueira pode decorrer de lesão no próprio olho, nas vias ópticas ou nos centros nervosos superiores, com causas diversas, desde traumas oculares até doenças congênitas. Ela pode ser reversível ou irreversível.
A oftalmologista Pollyanna Landim alerta para quatro causas que podem causar cegueira: doenças infecciosas (tracoma, sífilis); doenças sistêmicas (diabetes, arteriosclerose, nefrite, moléstias do sistema nervoso central, deficiências nutricionais graves); traumas oculares (pancadas, ação de ácidos); e causas congênitas e outras (catarata senil, glaucoma, miopia maligna).
A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que 75% dos casos de cegueira no mundo são tratáveis ou preveníveis. De acordo com Pollyanna, ir ao oftalmologista regularmente é uma das melhores formas de prevenir doenças. Segundo dados da Sociedade Brasileira de Oftalmologia, estima-se que existam 37 milhões de cegos no mundo. Conforme a OMS, 82% das pessoas que vivem com a cegueira têm mais de 50 anos.
Com dados tão alarmantes, o ideal seria se as cidades, as escolas, os cinemas, os prédios públicos, enfim, a sociedade brasileira comp um todo estivesse apta a servir e incluir os deficientes visuais e não só visuais, no seu dia a dia. Uma deficiência não pode fazer de alguém um cidadão com menos direitos. Lamentavelmente a realidade ainda não é essa, pois ainda existe uma grande carência de projetos de acessibilidade para essas pessoas.
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