Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE) prendeu em flagrante, na noite dessa quinta-feira (8), um homem suspeito de roubo a um estabelecimento comercial no bairro Mondubim – Área Integrada de Segurança 9 (AIS 9) de Fortaleza. A captura ocorreu no bairro Antônio Bezerra (AIS 6). Após a ação criminosa, as equipes policiais do Departamento Combate aos Crimes contra o Patrimônio (Depatri) deram início às diligências e localizaram o indivíduo, de 26 anos, em um imóvel do bairro Antônio Bezerra. Ele foi conduzido para a 13ª Delegacia de Polícia Civil da Capital, onde foi autuado em flagrante por roubo qualificado. O homem já responde por tráfico de drogas e, agora, está à disposição da Justiça. A PCCE segue com as diligências com o intuito de capturar outros envolvidos no crime. O caso está a cago da 8ª Delegacia de Polícia Civil da Capital. Denúncias A população pode contribuir com as investigações repassando informações que auxiliem os trabalhos policiais. As informações podem ser di...
A Advocacia-Geral da União (AGU) vai recorrer da decisão do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3) que na noite de ontem (26) manteve suspensa a divulgação do resultado do Sistema de Seleção Unificada (Sisu). Com a decisão da desembargadora Therezinha Cazerta, segue em vigor a liminar concedida pela Justiça Federal de São Paulo, que impede que os resultados sejam divulgados amanhã (28), como estava previsto.
Cazerta manteve a suspensão da divulgação sob alegação de que o governo ainda precisa dar um posicionamento “seguro e transparente” sobre a correção do Enem. Cerca de 1,5 milhões de estudantes de inscreveram no programa.
Histórico
No sexta-feira (25) a Justiça Federal de São Paulo havia determinado a suspensão da divulgação dos resultados do Sisu até que o governo federal demonstre a correção das provas apontadas com problemas por estudantes de todo o país . O tribunal deu prazo de cinco dias para o cumprimento da decisão, sob multa diária de R$ 10 mil.
A decisão foi motivada por pedido da Defensoria Pública da União (DPU). Na petição, o órgão cobra que o Ministério da Educação comprove com documentos a realização da revisão dos testes prejudicados no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Além disso, reivindica a explicação sobre os parâmetros utilizados nesse procedimento.
O erro, argumentou a DPU, teria impactado não apenas esses estudantes, mas o desempenho de todos os participantes, uma vez que notas de corte e a classificação são atribuídas a partir das notas de todos os alunos que realizaram a prova. “Tendo em vista que as notas das provas que foram revisadas podem ter sofrido substancial alteração, é certo que há a potencialidade de gerar algum impacto, ainda que de décimos, nos resultados finais de todos os candidatos, o suficiente para significar o acesso à vaga”, explicou a petição.
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