Martinelli valoriza chance na Seleção: "Temos que nos sentir privilegiados" Jogador do Fluminense foi convocado pela primeira vez para a Amarelinha 1x Assessoria CBF 27/09/2026 - 07h31 Atualizado há cerca de 21 horas O meio-campista Martinelli quer valorizar sua primeira convocação para a Seleção Brasileira e a oportunidade de trabalhar com o técnico Carlo Ancelotti. Em entrevista à CBF TV , ele explicou que deseja agarrar a oportunidade, pois sabe o quão foi difícil chegar à Amarelinha, e destacou que os atletas devem se sentir "privilegiados". “Todo jogador quer vestir o escudo da Seleção. Só tenho que agradecer a Deus por essa oportunidade, pelo professor e por todo o staff. E a cada dia que passa aqui estou desfrutando ao máximo, vivendo intensamente, porque a gente sabe como é difícil estar aqui. Temos que nos sentir privilegiados e dar a nossa vida pela Seleção”, comemorou. Ele foi selecionado para o lugar de João Pedro, atacante do Chelsea desconvocado por ...
O Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE), através do Núcleo de Investigação Criminal (NUINC), alcançou a condenação de três réus, Fabrício Santos Pereira, Wladiane Freitas da Silva e Tássia Lima de Oliveira, pelos crimes de corrupção ativa e passiva. Os três foram denunciados pelo MP por atuarem em esquema criminoso para facilitar a entrada de aparelhos celulares e acessórios em unidades penitenciárias. Segundo a denúncia, Fabrício Santos, utilizou-se da função pública de agente penitenciário para cometer os crimes, enquanto que Wladiane Freitas e Tássia Lima ofereciam pagamento pelo “serviço”.
De acordo com a sentença, o Ministério Público apresentou fundamentos para a condenação dos acusados, “compondo-os em demonstração da suficiência do complexo probatório e apontando afirmativamente tanto para materialidade quanto para a autoria dos ilícitos ali descritos. (…) Vislumbramos nos áudios toda uma série de contatos mantidos entre os corréus, tratativas em que ajustavam para quantidades e preços de celulares e acessórios, assim como para o momento de entrega/repasse das mercadorias”.
A decisão foi proferida pelo Juízo da 4ª Vara Criminal na última quarta-feira (22/01), com a decretação de três anos de reclusão e pagamento de multa para os três condenados, que foram convertidos em penas alternativas de restrição de direitos, com limitação de finais de semana e prestação de serviços em favor de entidade pública. Fabrício foi condenado, ainda, à perda da função pública de agente penitenciário.
A “Operação Correria” deflagrada em maio de 2018, com o apoio da Delegacia de Assuntos Internos (DAI), cumpriu mandados de busca, apreensão e prisão preventiva dos réus e é decorrente da Operação Masmorras Abertas, que teve início no ano de 2017.
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