Carne brasileira vai pagar tarifa de 67% para entrar na China Sobretaxa de 55% começa após Brasil esgotar cota anual de exportação Wellton Máximo - Repórter da Agência Brasil Publicado em 01/10/2026 - 16:45 Brasília © Arquivo/Agência Brasil Versão em áudio A carne bovina brasileira pagará uma tarifa total de 67% para entrar no mercado chinês a partir desta quinta-feira (1º). Uma cobrança adicional de 55% se somará à tarifa regular de 12%, uma vez que o Brasil esgotou a cota anual de exportações estipulada pelo país asiático. A medida preocupa frigoríficos e pecuaristas, que já avaliam antecipar abates e embarques para aproveitar a cota de 2027. O Brasil atingiu o limite de 1,106 milhão de toneladas previsto para 2026 . Para o próximo ano, a cota sobe para 1,128 milhão de toneladas, mas representantes do setor estimam que o novo limite possa ser alcançado em março ou abril de 2027. Impacto imediato O país asiático é o principal destino da carne bovina brasileira e ganhou espaço si...
Relatório da Sociedade Brasileira de Urologia aponta que 5% da população do País, ou 10,4 milhões de pessoas, sofre com cálculos renais – popularmente conhecidos como pedras nos rins. Geralmente a condição está associada ao alto consumo de sais e proteínas.
“As causas podem estar relacionadas à alimentação das pessoas, assim como a distúrbios metabólicos ou à própria hidratação”, esclarece o médico Dr. Rômulo Farias, titular da Sociedade Brasileira de Urologia e especialista da Clínica Urology.
Ele também afirma que o histórico familiar também influencia no surgimento dos cálculos. “Quem possui algum parente na família, como pai e mãe com algum problema, terá maior propensão a desenvolvê-los. Por isso a importância do diagnóstico precoce”, completa.
O cálculo renal precisa de acompanhamento, já que eles, quando somados a outras condições, apresentam consequências severas ao organismo. Cólicas renais, insuficiência renal e infecção com sepse são apenas algumas consequências relacionadas às pedras nos rins.
A prevenção ainda é a maior aliada. Para isso, o médico explica que hábitos saudáveis e uma alimentação balanceada são essenciais para evitar complicações futuras. “Há quem beba pouca água durante o dia, mas não abre mão do refrigerante durante o almoço. Diminua o consumo de refrigerantes e sucos industrializados, já que aumentam o risco de formação de pedras nos rins”, esclarece.
O consumo de proteína também precisa ser moderado. Coma mais frutas cítricas, legumes frescos e limite a quantidade de sódio que você ingere”.
Tratamento Endourológico
A pessoa que sofre com cálculos renais pode buscar tratamento na endourologia. A subespecialidade da urologia responde por técnicas minimamente invasivas no combate às doenças do trato urogenital. “No caso das pedras nos rins, dependendo do tamanho e do local, os cálculos são quebrados mediante ondas de choque, laser ou energia ultrassônica. Acompanha-se todo o procedimento por um sistema de monitoramento por vídeo, acoplado a equipamentos de imagem que localizam com precisão as pedrinhas”, pontua o profissional.
Outro método é a cirurgia percutânea. Como o nome indica, o procedimento ocorre através da pele, com uma incisão de aproximadamente 2 centímetros. “Pelo orifício, é introduzido um instrumento que visualiza o interior do rim e auxilia na fragmentação e remoção dos cálculos”, finaliza Dr. Rômulo Farias.
Dr. Rômulo Farias
Dr. Rômulo Farias é um dos membros da Clínica Urology. Seu currículo inclui: Mestre em Biotecnologia, Preceptor da Residência em Urologia da Santa Casa de Fortaleza, Urologista do Setor de Transplante Renal do Hospital Geral de Fortaleza (HGF), Titular da Sociedade Brasileira de Urologia, Membro da American Urological Association (Associação Americana de Urologia) e da Endourological Society (Sociedade Internacional de Endourologia).
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