Brasileiro Feminino: 6 times lutam no sábado para avançar às quartas Todas as partidas da última rodada da primeira fase ocorrerão às 18h Agência Brasil Publicado em 21/08/2026 - 17:53 Rio de Janeiro © Reprodução Instagram/Flamengo Futebol Feminino Versão em áudio A primeira fase da elite do Campeonato Brasileiro Feminino (Série A1) chega ao fim neste sábado (22), com todas partidas da 17ª rodada começando às 18h (horário de Brasília). Vai sobrar emoção em campo com luta acirrada dos times que ocupam lados opostos da tabela de classificação. Enquanto seis clubes seguem com chances de avançar às quartas de final, outros quatro vão brigar para não serem rebaixados à segunda divisão (Série A2). Entre os times que buscam uma das três últimas vagas no mata-mata está o Flamengo - sétimo colocado com 27 pontos - que recebe o Atlético-MG (13º), no Estádio Luso Brasileiro. Se vencer as rubro-negras asseguram vaga no mata-mata, sem combinação de resultados dos demais times. A partida no Ri...
- 1266 Visualizações
- 21-02-2020
A Hapvida Assistência Médica foi condenada a pagar R$ 12 mil por recusar, pela segunda vez, a autorização de exames para cliente com suspeita de glaucoma. A decisão, publicada no Diário da Justiça dessa quinta-feira (20/02), é da juíza Lucimeire Godeiro Costa, da 21ª Vara Cível de Fortaleza. A magistrada entendeu que a negativa do plano de saúde em autorizar e custear o exame recomendado pelo médico especialista “é conduta abusiva e geradora de danos morais, uma vez que ocasiona verdadeiro sofrimento psíquico ao usuário, interferindo em seu bem-estar e gerando insegurança e aflição psicológica”.
De acordo com os autos, em agosto de 2019, foi prescrita a realização do exame “OCT do nervo óptico”, em virtude da suspeita de glaucoma, mas o plano de saúde negou o pedido. Por essa razão, o paciente ingressou com ação na Justiça requerendo, em medida cautelar, a realização do procedimento, argumentando que a demora poderia acarretar riscos à saúde. Ele também pleiteou indenização por danos morais.
Alegou que a negativa da operadora poderia ocasionar sérios prejuízos, lavando inclusive à cegueira. Informou ainda que em 2014 enfrentou a mesma situação, quando teve outro exame recusado pela Hapvida. Naquela ocasião, ele também ingressou com processo na Justiça pedindo a realização do procedimento. Na época, o Juízo da 9ª Vara Cível de Fortaleza condenou a operadora ao pagamento de indenização no valor de R$ 5 mil.
Na contestação, o plano de saúde argumentou que o caso não está contemplado nas Diretrizes de Utilização da Agência Nacional de Saúde (ANS), inexistindo cobertura contratual para o exame requerido.
Ao julgar o caso, a juíza levou em consideração que a operadora já fora condenada ao pagamento de indenização por danos morais, em razão de anterior negativa indevida do mesmo procedimento. “Deste modo, tendo em vista a repetição da conduta, já considerada abusiva […], entendo cabível a condenação da ré ao pagamento de indenização por danos morais no montante de R$ 7.000,00”.
A magistrada também determinou o pagamento de multa no valor de R$ 5 mil, por descumprimento da decisão em antecipação de tutela. O plano deveria realizar o exame no prazo de três dias, contudo, a medida só foi cumprida mais de 20 dias depois.
Comentários
Postar um comentário
Expresse aqui a sua opinião sobre essa notícia.