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Cobertura especial- Como cuidar da saúde mental diante do coronavírus?


A pandemia do coronavírus está deixando todo mundo preocupado e em estado de alerta. É o assunto mais comentado e tem afetado diretamente o comportamento das pessoas. O covid-19 tem causado pânico e está difícil de manter a tranquilidade diante do rápido alastramento do vírus, mesmo aos que não têm uma relação direta com o vírus. Devido a isso, a mudança na rotina e o medo de sair de casa ao pensarem na possibilidade de contágio têm sido comuns.

A psicóloga do Hapvida Ivana Teles afirma que neste momento é preciso manter a calma e seguir as orientações do Ministério da Saúde. “É importante visualizar essa situação de forma racional, buscando as informações oficiais, seguindo as orientações divulgadas. Mas também é importante não focar exclusivamente as preocupações com essa temática, para evitar o desgaste emocional, mal-estar psicológico e preocupações de forma antecipada”.

Segundo ela, a ansiedade e o pânico propiciam que as pessoas pensem no pior cenário possível, tornando-se mais pessimistas e partem para o pressuposto de que o pior deve acontecer. “Devido a esse pensamento, muitas pessoas estão buscando fazer estoques de produtos que nem sempre são necessários a determinados públicos como a máscara. Isso pode afetar negativamente os estoques deixando as prateleiras vazias e impedindo que o verdadeiro grupo de risco se proteja e proteja os demais (idosos, profissionais da saúde, pessoas doentes)”. Ela explica que essa atitude pode gerar o efeito manada e o descontrole total, gerando consequências sérias em diversos setores. “É preciso cultivar a tranquilidade por cada um e pelo bem comum. Deve ser um esforço coletivo. É possível se preparar para a pandemia sem entrar em pânico”, completa.

Evite o pânico generalizado

A psicóloga Ivana Teles alerta que a maior contribuição para evitar o pânico generalizado é agir conforme as recomendações de higiene e prevenção, além de evitar informações excessivas, principalmente fake news, e não espalhar notícias falsas e boatos para não alimentar o medo dos outros. “Estar permanentemente conectado não vai tornar a pessoa mais bem informada, mas poderá aumentar o senso de risco e nervosismo”, alerta. Segundo ela, pessoas hipocondríacas, com transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) vinculado à limpeza e à ansiedade generalizada são as que mais sofrem neste período. “Nessas situações, o indicado é buscar ajuda de um psicólogo”, conclui.

Sobre o Sistema Hapvida

Com mais de 6 milhões de clientes, o Sistema Hapvida hoje se posiciona como o maior sistema de saúde suplementar do Brasil presente em todas as regiões do país, gerando emprego e renda para a sociedade. Fazem parte do Sistema as operadoras do Grupo São Francisco, América, Promed e Ame, RN Saúde, além da operadora Hapvida. Atua com mais de 29 mil colaboradores diretos envolvidos na operação, mais de 15 mil médicos e mais 14 mil dentistas. Os números superlativos mostram o sucesso de uma estratégia baseada na gestão direta da operação e nos constantes investimentos: atualmente são 40 hospitais, 160 clínicas médicas, 42 prontos atendimentos, 126 centros de diagnóstico por imagem e coleta laboratorial.

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