A Polícia Militar do Ceará (PMCE), por meio de equipe do Batalhão de Comando Tático Motorizado (Cotam), realizou, na tarde dessa sexta-feira (1), a prisão de um homem de 22 anos por porte ilegal de arma de fogo na Rua Oliveira Sobrinho, bairro Granja Portugal, em Fortaleza. Na ação, foi apreendido um revólver calibre .38 e sete munições do mesmo calibre. A ocorrência teve início após denúncia anônima informando que um indivíduo estaria portando arma de fogo e possivelmente envolvido com o comércio de entorpecentes na região. Com base nas informações, a equipe policial realizou diligências e conseguiu localizar o suspeito no endereço indicado. Durante a abordagem e busca pessoal, os policiais encontraram em posse do indivíduo um revólver calibre .38, além de sete munições intactas. A ocorrência foi apresentada no 32º Distrito Policial para medidas cabíveis. Tocador de vídeo
Ministério Público do Ceará (MPCE), por meio da 137ª Promotoria de Justiça de Fortaleza, requisitou nesta segunda-feira (23) informações ao secretário estadual da Saúde, Cabeto Martins, acerca das providências adotadas para a distribuição dos medicamentos cloroquina e hidroxicloroquina para a rede privada de saúde, tanto para os hospitais privados, como para os pacientes que não são atendidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e precisam da medicação e não estão conseguindo encontrar nas farmácias. A Secretaria Estadual da Saúde (Sesa) deve responder ao ofício da 137 Promotoria de Justiça em até 48 horas por meio de peticionamento eletrônico no Sistema de Automação da Justiça (SAJ) do MPCE.
Na última sexta-feira (20), o MPCE recomendou que as farmácias de Fortaleza somente vendam estes medicamentos com apresentação e posterior retenção da receita médica, tendo em vista a veiculação de notícias de que os fármacos – utilizados para tratar artrite, lúpus e malária – seriam efetivos no combate ao novo Coronavírus. Porém, a promotora de Justiça Ana Cláudia Uchoa aponta que este fato ainda não comprovado cientificamente e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) já esclareceu que, apesar de promissores, não existem estudos conclusivos que comprovem o uso desses medicamentos para o tratamento da Covid-19.
Na última sexta-feira (20), o MPCE recomendou que as farmácias de Fortaleza somente vendam estes medicamentos com apresentação e posterior retenção da receita médica, tendo em vista a veiculação de notícias de que os fármacos – utilizados para tratar artrite, lúpus e malária – seriam efetivos no combate ao novo Coronavírus. Porém, a promotora de Justiça Ana Cláudia Uchoa aponta que este fato ainda não comprovado cientificamente e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) já esclareceu que, apesar de promissores, não existem estudos conclusivos que comprovem o uso desses medicamentos para o tratamento da Covid-19.
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