A morte de um cinegrafista e uma repórter da equipe da Band em Minas Gerais, nesta semana, expõe riscos do acúmulo de função e da precarização do jornalismo , defenderam em nota A Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) e o Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Minas Gerais (SJPMG). Na última quarta-feira (15), o repórter cinematográfico Rodrigo Lapa e a repórter Alice Ribeiro foram vítimas de um acidente de carro na rodovia BR-381, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, enquanto voltavam de uma pauta jornalística. Quem dirigia o carro era o próprio cinegrafista , o que configura acúmulo e desvio de função, na avaliação das entidades. Rodrigo morreu ainda no local e Alice teve morte cerebral confirmada na quinta-feira (16). Ela era mãe de um bebê de 9 meses. “Profissionais responsáveis pela captação de imagens jornalísticas vêm sendo sobrecarregados com tarefas que não lhes cabem, como a condução de veículos, o que amplia significativamente os ri...
O isolamento social provocou muitas mudanças nos hábitos sociais. Muitas pessoas estão readaptando suas rotinas, as formas de trabalhar, o contato familiar e as atividades mais comuns do dia a dia, como a prática de exercícios físicos. Embora estejam disponíveis na internet aulas para fazer em casa, para alguns atletas o isolamento pode prejudicar um pouco os treinos que muitas vezes precisam de uma equipe ou de uma dupla para acontecer.
Os atletas apoiados pelo Instituto Aço Cearense estão se esforçando para manter o treinamento em dia, mesmo com todas as dificuldades impostas pelo isolamento social. Jonathan Benvindo luta karate desde os sete anos e hoje com 17 já contabiliza mais de 200 medalhas e pódios pelo mundo afora. Grande promessa do karate cearense, sem poder ir aos treinos, o jovem pratica em casa com uma ajudinha da própria mãe para manter os treinos em dia. “O professor passa o treino por videoconferência e vamos praticando. Minha mãe e minha namorada, que praticam a modalidade, me ajudam nos treinos que não posso fazer sozinho e em casa vamos conseguindo manter um ritmo de exercícios para não ficar parado até que as competições sejam retomadas”, explica Jonathan.
Já o paraciclista Gilberto Silva também tem adaptado a rotina de treinos com o isolamento social. Os exercícios continuam, mas sem a equipe. Sozinho, Gilberto tem treinado três horas por dia. “Com a bike é mais complicado treinar em casa, embora exista um equipamento que ajude, onde prendo a bicicleta e treino parado. Tenho saído para treinar sozinho, pois é importante realizar o treino na rua no meu caso. Evito passar perto de pessoas e não paro para falar com ninguém”, diz Gilberto.
Além de atleta profissional, Gilberto também é aluno do curso de Educação Física, então tem aprimorado os treinos e orienta que mesmo em casa as pessoas não fiquem paradas. “Quem puder fazer sua atividade física em casa, é muito importante para manter a saúde em dia. Especialmente para quem for atleta e não quiser perder o ritmo de treino. É essencial manter uma alimentação equilibrada e a suplementação adequada para cada caso. Temos que nos adaptar à nova rotina e, embora não seja fácil, certamente não é impossível, basta ter paciência e procurar a melhor forma para cada esporte”, avalia o atleta.
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