O banqueiro Daniel Vorcaro se negou a informar a senha de seu celular durante depoimento prestado à Polícia Federal (PF) e à Procuradoria-Geral da República (PGR) no dia 30 de dezembro do ano passado. O aparelho foi apreendido durante a Operação Compliance Zero, que investiga fraudes no Banco Master. Vorcaro foi ouvido pela delegada Janaina Palazzo nas dependências do Supremo Tribunal Federal (STF) após determinação do ministro Dias Toffoli, relator do caso. Durante o depoimento, a delegada pediu autorização para acessar o celular do banqueiro. Após a solicitação, Vorcaro e seu advogado afirmaram que queriam preservar “relações pessoas e privadas". Ao negar passar a senha do aparelho, Vorcaro disse que quer restabelecer a verdade e negou que o Master tenha realizado fraudes em carteiras de investimentos. “O que eu mais quero é restabelecer a verdade. Essa fraude que foi colocada, ela não existiu, e não era para ter liquidado o banco. Não era para eu estar passando por isso”...
A Polícia Federal informa que coordenou, hoje (19/4), uma megaoperação internacional com o apoio do Ministério da Justiça e Segurança Pública, do Ministério da Defesa e do Itamaraty para dar cumprimento ao Decreto de Expulsão, expedido por autoridades de Moçambique, do criminoso GILBERTO APARECIDO DOS SANTOS, o “fuminho”.
Destaca-se o empenho das autoridades de Moçambique, o extraordinário apoio da Força Aérea Brasileira - FAB, que com extremo profissionalismo e eficiência concretizou a remoção do criminoso desde o continente africano, e a colaboração do DEA - Drug Enforcement Administration - do Departamento de Justiça dos EUA.
Trata-se de uma missão que reforça os ideais de cooperação internacional e a credibilidade da Polícia Federal junto às demais instituições de segurança pública de outros países e deixa claro, aos criminosos nacionais ou estrangeiros que utilizarem o Brasil para perpetrar seus crimes, que não há local seguro para se ocultarem às sanções pelos crimes cometidos.
Destaca-se o empenho das autoridades de Moçambique, o extraordinário apoio da Força Aérea Brasileira - FAB, que com extremo profissionalismo e eficiência concretizou a remoção do criminoso desde o continente africano, e a colaboração do DEA - Drug Enforcement Administration - do Departamento de Justiça dos EUA.
Trata-se de uma missão que reforça os ideais de cooperação internacional e a credibilidade da Polícia Federal junto às demais instituições de segurança pública de outros países e deixa claro, aos criminosos nacionais ou estrangeiros que utilizarem o Brasil para perpetrar seus crimes, que não há local seguro para se ocultarem às sanções pelos crimes cometidos.
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