Em 13 anos, doença inflamatória intestinal cresce 5 vezes no Brasil Número de casos passou de 30 para 158, entre 2012 e 2025 Vitor Abdala - Repórter da Agência Brasil Publicado em 25/09/2026 - 10:31 Rio de Janeiro © Nadzeya/ Adobe Stock Versão em áudio O número de pessoas com doenças inflamatórias intestinais (DII) cresceu cinco vezes no Brasil, entre 2012 e 2025. A incidência dessas enfermidades – como a doença de Crohn e a retocolite ulcerativa – passou de 30 para 158 casos por 100 mil habitantes no período. O dado é de um estudo apresentado no 74º Congresso Brasileiro de Coloproctologia , que ocorre até este sábado (26), em Balneário Camboriú (SC). O levantamento foi feito por dois membros da Sociedade Brasileira de Coloproctologia (SBCP): Abel Quaresma, da Universidade do Oeste de Santa Catarina (Unoesc), e Paulo Kotze, da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR). Eles trabalharam em parceria com pesquisadores das universidades de Calgary (Canadá), d...
Prefeitura de Caucaia está intensificando as ações de combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya, neste período de chuvas intensas. Os Agentes Comunitários de Endemias (ACE) da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Caucaia iniciaram nesta terça-feira (05) a vistoria em estabelecimentos recicladores, sucatas e borracharias na Grande Jurema, Sede e região das praias. Ao todo, 244 são cadastrados em Caucaia.
“Realizamos o monitoramento destes locais a cada quinze dias. A partir de hoje (05), todos serão revisitados para avaliar se há reincidência de focos. Se tiver um alto índice, pode haver intervenção química, o famoso fumasse”, conta Francisco Pires, coordenador do Núcleo de Controle Endemias e Zoonoses da SMS. Segundo Pires, os Agentes também vão vistorias cerca de 5 mil terrenos baldios, desocupados e alagados para realizar monitoramento e mapeamento dos focos do mosquito.
Os prédios públicos também serão monitorados. “Estamos monitorando, mapeando e classificando onde é meio e grande risco para a proliferação do mosquito”, ressalta. Ele conta que os Agentes também realizam um trabalho de conscientização dos proprietários dos estabelecimentos para armazenar de forma correta seus materiais.
“Identificamos locais onde há maior problemática em relação a concentração de objetos que acumulam água da chuva. O combate ao mosquito é essencial e fundamental neste momento de pandemia com o coronavírus. Também devemos nos preocupar em conter as arboviroses, que também é um serio problema de saúde pública”, finaliza.
“Realizamos o monitoramento destes locais a cada quinze dias. A partir de hoje (05), todos serão revisitados para avaliar se há reincidência de focos. Se tiver um alto índice, pode haver intervenção química, o famoso fumasse”, conta Francisco Pires, coordenador do Núcleo de Controle Endemias e Zoonoses da SMS. Segundo Pires, os Agentes também vão vistorias cerca de 5 mil terrenos baldios, desocupados e alagados para realizar monitoramento e mapeamento dos focos do mosquito.
Os prédios públicos também serão monitorados. “Estamos monitorando, mapeando e classificando onde é meio e grande risco para a proliferação do mosquito”, ressalta. Ele conta que os Agentes também realizam um trabalho de conscientização dos proprietários dos estabelecimentos para armazenar de forma correta seus materiais.
“Identificamos locais onde há maior problemática em relação a concentração de objetos que acumulam água da chuva. O combate ao mosquito é essencial e fundamental neste momento de pandemia com o coronavírus. Também devemos nos preocupar em conter as arboviroses, que também é um serio problema de saúde pública”, finaliza.
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