Secretaria do Patrimônio da União (SPU), órgão do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), discute a eventual remoção da ponte do Esqueleto, localizada na divisa entre os municípios de Limeira e Cordeirópolis, em São Paulo, com os governos locais. O posicionamento ocorre após a jovem Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, morrer no local, na manhã do último sábado (13). A jovem moradora de Jandira (SP) foi erguida por instrutores de uma empresa privada e arremessada da ponte, sem estar presa às cordas do equipamento de segurança, de uma altura de cerca de 40 metros. O salto seria na modalidade rope jump, quando um praticante salta no vazio a partir de locais muito altos. Em nota à imprensa, a SPU reafirmou que a transferência da propriedade da ponte para o Patrimônio da União foi oficializada em maio deste ano e que nunca autorizou nenhuma atividade no local. >> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp Reunião Nesta segunda-feira (15...
Mais um perfil em uma rede social, com conteúdo pornográfico infantojuvenil, foi retirado do ar pela Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE), nessa quinta-feira (18). A ação, que levou menos de duas horas, foi realizada por policiais civis do Departamento de Inteligência Policial (DIP), após uma denúncia recebida pela instituição. Este é o sexto perfil identificado pela PCCE e derrubado em menos de três meses. O último caso foi registrado na última segunda-feira (15), quando uma página com publicações semelhantes foi retirada do ar.
As investigações em torno desse tipo de crime contra crianças e adolescentes ocorrem em parceria com a Delegacia de Combate à Exploração da Criança e do Adolescente (Dceca), no intuito de evitar a propagação desse tipo de conteúdo. A Polícia Civil chegou ao perfil após uma denúncia repassada por usuários da rede social, na tarde de ontem. Menos de duas horas depois, o DIP retirou o link do ar. Apesar da desativação, os policiais civis seguem apurando o fato com o intuito de descobrir a origem do material, bem como o autor do crime. As investigações seguem a cargo da Dceca, com apoio do Departamento de Inteligência Policial (DIP).
“Quando a informação é recebida pelo DIP, eles imediatamente pedem a preservação dos dados e fazem a retirada da página ou grupo do ar. Após isso, eles encaminham os fatos para continuidade das investigações pela Dceca. Depois essas providências administrativas iniciais, a delegacia especializada representará, perante o Poder Judiciário, diligências necessárias para identificação do(s) infrator(es)”, explica a delegada titular da Dceca, Aline Moreira.
Ela ressalta ainda a importância da participação de todos os usuários das redes sociais ao denunciar esse tipo de conteúdo. “Felizmente a sociedade é a maior colaboradora no combate a esse crime, acionando sempre a Polícia Civil quando toma conhecimento de um perfil criminoso”, destaca.
As investigações em torno desse tipo de crime contra crianças e adolescentes ocorrem em parceria com a Delegacia de Combate à Exploração da Criança e do Adolescente (Dceca), no intuito de evitar a propagação desse tipo de conteúdo. A Polícia Civil chegou ao perfil após uma denúncia repassada por usuários da rede social, na tarde de ontem. Menos de duas horas depois, o DIP retirou o link do ar. Apesar da desativação, os policiais civis seguem apurando o fato com o intuito de descobrir a origem do material, bem como o autor do crime. As investigações seguem a cargo da Dceca, com apoio do Departamento de Inteligência Policial (DIP).
“Quando a informação é recebida pelo DIP, eles imediatamente pedem a preservação dos dados e fazem a retirada da página ou grupo do ar. Após isso, eles encaminham os fatos para continuidade das investigações pela Dceca. Depois essas providências administrativas iniciais, a delegacia especializada representará, perante o Poder Judiciário, diligências necessárias para identificação do(s) infrator(es)”, explica a delegada titular da Dceca, Aline Moreira.
Ela ressalta ainda a importância da participação de todos os usuários das redes sociais ao denunciar esse tipo de conteúdo. “Felizmente a sociedade é a maior colaboradora no combate a esse crime, acionando sempre a Polícia Civil quando toma conhecimento de um perfil criminoso”, destaca.
Comentários
Postar um comentário
Expresse aqui a sua opinião sobre essa notícia.