PMCE prende suspeito de danificar tubulação de água e ônibus escolares em Croatá 30 de outubro de 2026 - 11:26 A Polícia Militar do Ceará (PMCE), por meio da 2ª Companhia do 27º Batalhão de Polícia Militar (27º BPM), prendeu, nessa quinta-feira (29), um homem de 29 anos suspeito de danificar tubulações da rede de distribuição de água da Companhia de Água e Esgoto do Ceará (Cagece) e três ônibus escolares pertencentes à Prefeitura de Croatá. A captura ocorreu após diligências realizadas em conjunto com a Guarda Municipal. Por volta das 8h30, uma equipe policial foi informada pela Secretaria de Segurança do município sobre os danos ao patrimônio público, registrados no bairro Caroba. Conforme as informações, o suspeito teria danificado tubulações da rede de abastecimento de água e quebrado os para-brisas de três veículos utilizados no transporte escolar. Diante da denúncia, os policiais militares iniciaram diligências para localizar o suspeito. Durante as buscas, a composição, acom...
Justiça acata ação do MPCE e determina criação de abrigo para crianças e adolescentes em Pedra Branca
A Vara Única da Comarca de Pedra Branca determinou ao Município de Pedra Branca a criação de um abrigo institucional para crianças e adolescentes, acatando Ação Civil Pública (ACP) proposta pelo Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE), por intermédio da Promotoria de Justiça de Pedra Branca. A decisão favorável ao MP é do último dia 18 de junho de 2020.
Além da criação do abrigo, o Juízo determinou que a Prefeitura de Pedra Branca efetive programas destinados às crianças e adolescentes em regime de acolhimento institucional, com o oferecimento regular, pelo Município, das vagas necessárias. O ente municipal deve cumprir a decisão no prazo de 90 dias, a partir do trânsito em julgado da sentença. Em caso de descumprimento, a multa diária é de R$ 20 mil.
Com a finalidade de prover o Município de abrigo para crianças e adolescentes, o MPCE havia instaurado um Inquérito Civil Público para verificar as causas da omissão da Prefeitura. A Promotoria propôs firmar um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com o Poder Público visando à criação de entidade de acolhimento e à efetivação dos programas governamentais previstos em lei. No entanto, o ente municipal alegou não dispor de recursos, fato que motivou a ACP ajuizada pelo MPCE.
Na ACP, o MPCE fundamentou que o artigo 227 da Constituição Federal (CF) determina prioridade absoluta para a infância e que o artigo 204 estabelece que as ações governamentais na área da assistência social serão realizadas e organizadas de forma descentralizada, cabendo à União a coordenação e a emissão de normas gerais e ao Estado membro e ao Município a coordenação e a execução de programas. Além disso, a municipalização do atendimento é uma das diretrizes da política de atendimento, conforme determinado pelo artigo 88 do Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei 8.069/90).
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