Após denúncia criminal do MP do Ceará, Justiça condena policial civil e empresário por extorsão em Maracanaú 2 de setembro de 2026 2 min de leitura Após ação ajuizada pelo Ministério Público do Ceará, a Justiça sentenciou um investigador da Polícia Civil e um empresário a mais de seis anos de prisão, para cada um, pelo crime de extorsão. A decisão também determinou a perda do cargo do agente público. A condenação é resultado da primeira ação penal decorrente da “Operação Fim da Linha”, realizada em 2020 por uma força-tarefa designada pela Procuradoria Geral de Justiça. O caso ocorreu em março de 2019, quando policiais civis foram a um posto de combustíveis após receberem uma denúncia de que havia uma carga de bebidas supostamente roubada. Segundo o processo, a proprietária do estabelecimento e o marido foram pressionados a entregar a mercadoria e a transportá-la até uma delegacia. O fato ocorreu em meio a uma disputa familiar entre a proprietária do posto e o pai dela...
A Polícia Federal deflagrou, hoje (16/6), a Operação Antídoto com o propósito de investigar as contratações diretas emergenciais realizadas pela Secretaria de Saúde da Prefeitura do Recife, no enfrentamento à pandemia do COVID-19.
A ação conta com o apoio da Controladoria-Geral da União - CGU e está dando cumprimento a seis mandados de busca e apreensão.
Foram constatados indícios de que determinada empresa, favorecida com 14 dispensas de licitação, em valores superiores a R$ 81 milhões, estaria constituída em nome de “laranjas” e não teria capacidade operacional para fazer frente aos contratos.
Além disso, foram detectadas diversas irregularidades nos procedimentos de dispensa de licitação realizados pela Secretaria de Saúde do Recife, indicando terem sido montados com o propósito de justificar a contratação da empresa investigada.
Os crimes investigados são de falsidade ideológica, peculato (desvio de dinheiro público) e dispensa indevida de licitação, sem prejuízo de outros que possam surgir no decorrer da apuração.
Foram constatados indícios de que determinada empresa, favorecida com 14 dispensas de licitação, em valores superiores a R$ 81 milhões, estaria constituída em nome de “laranjas” e não teria capacidade operacional para fazer frente aos contratos.
Além disso, foram detectadas diversas irregularidades nos procedimentos de dispensa de licitação realizados pela Secretaria de Saúde do Recife, indicando terem sido montados com o propósito de justificar a contratação da empresa investigada.
Os crimes investigados são de falsidade ideológica, peculato (desvio de dinheiro público) e dispensa indevida de licitação, sem prejuízo de outros que possam surgir no decorrer da apuração.
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