Justiça atende pedido do MP do Ceará e garante entrada de alimentos e bebidas na área gratuita da ExpoVaq, em Farias Brito 18 de setembro de 2026 2 min de leitura O Poder Judiciário acatou Ação Civil Pública (ACP) do Ministério Público do Ceará e determinou, nessa quinta-feira (17/09), que a Prefeitura de Farias Brito libere o acesso de pessoas com alimentos e bebidas para consumo próprio à área gratuita da ExpoVaq 2026, sob pena de multa de R$ 10 mil por dia de descumprimento. O evento segue até o próximo domingo (20/09) no Parque de Exposições e no Estádio Municipal “O Zezão”. A Promotoria de Justiça de Farias Brito já havia emitido recomendação orientando a gestão e os organizadores a permitirem a entrada de bebidas e alimentos, conforme Lei Municipal nº 1.669/2026. No entanto, a orientação não foi cumprida. Na ação, o MP ressalta que, apesar da venda de bebidas dentro do espaço da festa estar sendo feita de forma exclusiva pela empresa vencedora da licitação que d...
Após recomendação do Ministério Público do Ceará (MPCE), a Prefeitura de Iguatu retirou, na última sexta-feira (19/06), as seis cabines de desinfecção anteriormente instaladas no Município. Na Recomendação, expedida pelas 2ª e 5ª Promotorias de Justiça de Iguatu – respectivamente, Promotorias da Defesa da Saúde Pública e da Tutela do Patrimônio Público – na quinta-feira (18), o MPCE solicitou a retirada das estruturas diante da ausência de evidências científicas de que o uso dos equipamentos seja eficaz no combate ao Coronavírus.
Segundo o documento do MPCE, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) avaliou a aplicação dos produtos desinfetantes presentes nas cabines em objetos e superfícies e não em seres humanos, não existindo, atualmente, nenhum produto aprovado para “desinfecção de pessoas”. Conforme a nota técnica nº 51/2020 da Anvisa, não foram encontradas recomendações por parte de órgãos, incluindo a Organização Mundial da Saúde (OMS), sobre a desinfecção de pessoas no combate à Covid-19, na modalidade túneis ou câmaras.
A Recomendação do MPCE também destaca a nota conjunta do Conselho Federal de Química (CFQ) e da Associação Brasileira de Produtos de Higiene, Limpeza e Saneantes (Ablipa), que orienta a população a não se expor às câmaras de desinfecção e que empresas e o poder público posterguem a aquisição desses equipamentos.
As 2ª e 5ª Promotorias de Justiça de Iguatu recomendaram, ainda, que a Prefeitura Municipal não instalasse mais cabines de desinfecção na cidade, bem como declarasse nulo qualquer contrato celebrado para a instalação das estruturas. Em resposta ao MPCE, a Prefeitura de Iguatu destacou que não pretendia instalar outras cabines na cidade, destacando também que não há nenhum contrato vigente relativo à instalação dos equipamentos.
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