Especialistas da Organização das Nações Unidas (ONU) reconheceram que os Crimes de Maio de 2006 foram uma grave violação de direitos humanos. Em comunicado de imprensa divulgado na última sexta-feira (29), eles também cobraram do Estado brasileiro que haja responsabilização em relação ao caso. Ocorridos há 20 anos, os Crimes de Maio começaram com rebeliões em mais de 700 presídios do estado de São Paulo, após a transferência de mais de 760 detentos – dentre os quais alguns líderes do Primeiro Comando da Capital (PCC) – para um presídio de segurança máxima. Nos dias seguintes a essa megatransferência, a ofensiva chegou às ruas com uma série de ataques entre o PCC e agentes do Estado. Os conflitos resultou na morte de mais de 500 pessoas em todo o estado. Grande parte dessas mortes ocorreu com indícios de execução praticadas por policiais. >> Clique aqui e leia mais sobre os 20 anos dos Crimes de Maio na Agência Brasil Segundo o relatório Análise dos Impactos dos Ataques do P...
Ao todo, duzentas máscaras serão entregues para crianças e adolescentes
Com objetivo de promover ações de responsabilidade social e somar forças contra o novo coronavírus, a UNINASSAU – Centro Universitário Maurício de Nassau Fortaleza realiza, na próxima terça-feira (09), a entrega de 200 máscaras para crianças e adolescentes do Lar Amigos de Jesus, visando a prevenção da doença.
A ação foi idealizada pelo curso de Serviço Social da Instituição de Ensino e contará com a presença da coordenadora do curso, Emmanuella Martins. O Lar Amigos de Jesus acolhe crianças e adolescentes que sofrem com algum tipo de câncer, oferecendo amparo e assistência social.
Segundo o reitor da UNINASSAU Fortaleza, Marcus Ponte, a iniciativa faz parte de um ciclo de ações de responsabilidade social que estão sendo realizadas desde o início da pandemia no Brasil. “Sabemos que, nesse momento, muitas pessoas estão em situação de vulnerabilidade social e precisando de ajuda, principalmente de máscaras, donativos e orientações de saúde. Nosso intuito é fornecer os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) para que essas crianças e adolescentes consigam se proteger contra a doença”, ressalta.
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