A Defesa Civil do Estado de São Paulo informou ter acompanhado a retirada de um balão que caiu na manhã deste sábado sobre uma casa na cidade de Carapicuíba, na região metropolitana. A queda atingiu também a fiação elétrica próxima do imóvel, na Rua Ovídia Colão, e provocou um curto-circuito com início de incêndio. “A Defesa Civil orienta a população a não soltar balões e a denunciar a prática, reforçando que a prevenção é fundamental para evitar tragédias”, alertou o órgão, em nota. As chamas foram rapidamente controladas e extintas pelo Corpo de Bombeiros. Não houve vítimas e o local já foi vistoriado e liberado pela Defesa Civil do município, Polícia Ambiental e concessionária de energia. “Esse tipo de ocorrência mostra que o risco não começa quando a estiagem se instala - ele já está presente. A soltura de balões, além de crime, pode provocar incêndios de grandes proporções e colocar vidas em risco”, alertou o Coordenador Estadual de Proteção e Defesa Civil, Coro...
“Trabalhamos há mais de 30 anos com o público da terceira idade, portanto sabemos que eles estão abertos e dispostos a continuar aprendendo, não importa qual seja a adversidade. Agora, em meio à pandemia, eles estão ainda mais ávidos por ocupar o tempo de forma qualitativa, interagindo com professores e colegas de classe, de forma virtual”, afirma Maria Cecília Cavalcante, diretora administrativa da Unisf.
A médica aposentada Firmina Cavalcante, 80 anos, está em sala de aula três vezes por semana, estudando Inglês e Informática. Além disso, ainda pratica Pilates, recebendo as orientações da instrutora remotamente. “É uma experiência nova, mas estou gostando. Ninguém nunca pensava que esta pandemia traria benefícios, mas de qualquer maneira é novidade e aprendizado pra gente. Com as aulas, temos metas e horários a cumprir”, diz.
Ana Maria Braga, 70 anos, também está gostando da novidade, apesar de sentir saudade da convivência presencial com os amigos de sala de aula. Na Unisf, ela estuda Inglês e Ginástica Cerebral. “A gente ocupa mais o tempo ocioso, faz as tarefas, continua aprendendo, e pelo menos podemos ver o rosto dos amigos na tela”, descreve.
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