O governo de São Paulo descartou o segundo caso suspeito de ebola, que estava sob investigação na capital paulista. Internada na quarta-feira (10), a paciente, uma brasileira de 31 anos, era acompanhada no Instituto de Infectologia Emílio Ribas. Os exames que afastaram a suspeita foram realizados pelo Instituto Adolfo Lutz. A paciente está em tratamento para gastroenterocolite aguda. Ela havia viajado recentemente para a República Democrática do Congo (RDC), permanece internada e teve evolução clínica favorável. “Um resultado negativo em amostra coletada antes de 72 horas do início dos sintomas não é suficiente para afastar a infecção. Nessa situação, o protocolo prevê uma nova coleta após esse período. As duas amostras apresentaram resultado negativo, atendendo ao critério laboratorial para o descarte do caso”, explicou Adriana Bugno, diretora-geral do Instituto Adolfo Lutz, em nota à imprensa. O primeiro caso suspeito, de um homem de 37 anos que também viajou para a RDC, ...
“Trabalhamos há mais de 30 anos com o público da terceira idade, portanto sabemos que eles estão abertos e dispostos a continuar aprendendo, não importa qual seja a adversidade. Agora, em meio à pandemia, eles estão ainda mais ávidos por ocupar o tempo de forma qualitativa, interagindo com professores e colegas de classe, de forma virtual”, afirma Maria Cecília Cavalcante, diretora administrativa da Unisf.
A médica aposentada Firmina Cavalcante, 80 anos, está em sala de aula três vezes por semana, estudando Inglês e Informática. Além disso, ainda pratica Pilates, recebendo as orientações da instrutora remotamente. “É uma experiência nova, mas estou gostando. Ninguém nunca pensava que esta pandemia traria benefícios, mas de qualquer maneira é novidade e aprendizado pra gente. Com as aulas, temos metas e horários a cumprir”, diz.
Ana Maria Braga, 70 anos, também está gostando da novidade, apesar de sentir saudade da convivência presencial com os amigos de sala de aula. Na Unisf, ela estuda Inglês e Ginástica Cerebral. “A gente ocupa mais o tempo ocioso, faz as tarefas, continua aprendendo, e pelo menos podemos ver o rosto dos amigos na tela”, descreve.
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