Dólar sobe para R$ 5,51, com dados de emprego nos EUA Bolsa avança 1,39%, em dia de ajuste após queda Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil* Publicado em 06/11/2026 - 19:10 Brasília © Rafa Neddermeyer/ Agência Brasil Versão em áudio O dólar fechou em alta e o Ibovespa avançou nesta sexta-feira (6), em um dia marcado pela divulgação de dados do mercado de trabalho dos Estados Unidos e pela expectativa em torno da política econômica do quarto mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A moeda estadunidense subiu cerca de 0,4%, para R$ 5,51, enquanto a bolsa brasileira teve valorização de aproximadamente 1,4%, aos 168,5 mil pontos . Na semana, o dólar acumulou alta de 1,20%, e o Ibovespa avançou 0,29%. Números do dia Dólar à vista: R$ 5,511 (+0,44%); Dólar na semana: alta de 1,20%; Ibovespa: 168.498,45 pontos (+1,39%); Ibovespa na semana: alta de 0,29%; Índice DXY (dólar em relação a moedas fortes): 102,320 (+0,76%). >> Siga o canal da Agência Brasil no...
Uso de imóvel como garantia para mais de um empréstimo também foi regulamentado pelo Conselho.
O Conselho Monetário Nacional (CMN) regulamentou, na terça-feira (21), o Programa de Capital de Giro para Preservação de Empresas (CGPE), que foi criado pela Medida Provisória nº 992, de 16 de julho de 2020. O programa tem como objetivo propiciar às micro, pequenas e médias empresas melhores condições para a obtenção de crédito junto às instituições financeiras do país.
“Essa linha tem potencial de destravar R$ 120 bilhões em crédito e, diferentemente do Pronampe (Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte), será custeada com recursos próprios dos bancos, sem aporte da União”, pontua o contador Marcos Sá.
Pela regulamentação, o crédito concedido pelas instituições credoras do CGPE será destinado exclusivamente ao capital de giro das empresas, com prazo mínimo de 36 meses e carência mínima de seis meses para o início da amortização da dívida. De acordo com o CMN, pelo menos 80% do programa será direcionado a empresas menores, com receita bruta anual de até R$ 100 milhões.
“Um dos benefícios dessa nova linha de crédito é o impedimento do credor estabelecer qualquer tipo de limitação à movimentação dos recursos. Ele não poderá, por exemplo, vinculá-los ao pagamento de débitos anteriores contraídos perante a instituição credora”, avalia Marcos.
Garantia
Outra novidade apresentada pelo CMN diz respeito ao compartilhamento de alienação fiduciária de imóveis, previsto na Medida Provisória 992. Agora, existe a possibilidade de oferecer um mesmo bem para garantir mais de uma operação de crédito (alienação fiduciária com compartilhamento do bem). Com isso, respeitado o valor total do bem, um mesmo imóvel poderá servir como garantia para mais de uma operação de crédito perante um credor, o que deverá diminuir os juros para o tomador do empréstimo.
“Vale ressaltar que a modalidade só é permitida dentro do mesmo contrato de crédito imobiliário. Ou seja, o tomador não pode utilizar o saldo remanescente para pegar crédito em outro banco, por exemplo. Além disso, a instituição não é obrigada a conceder o crédito. O empréstimo na modalidade dependerá da avaliação do banco”, finaliza o contador Marcos Sá.
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