Equipes do Comando de Policiamento de Rondas de Ações Intensivas e Ostensivas (CPRaio), com apoio da Força Tática, da Polícia Militar do Ceará (PMCE), prenderam uma mulher, de 34 anos, por tráfico de drogas, na tarde de segunda-feira (9), no bairro Alto da Bela Vista, em Brejo Santo, Área Integrada de Segurança Pública 32 (AIS 32) do estado. No decorrer da ação policial, foram apreendidos 9,5 g de crack, 36,1 g de maconha e uma quantidade de dinheiro em espécie. Durante patrulhamento ostensivo, a equipe do CPRAIO recebeu denúncia anônima informando que um indivíduo estaria escondido em uma local já conhecido como ponto de comercialização de drogas. Diante das informações, os policiais solicitaram apoio da Força Tática e se deslocaram até o endereço indicado. Ao anunciar a presença policial pela parte frontal do imóvel, a equipe que realizava o cerco visualizou a suspeita arremessando uma mochila para o quintal de uma residência vizinha. Após averiguação, os militares ...
Política - Dep. Vicentinho e ex-dep. Eudes Xavier fazem live nesta quinta-feira para debater “Mundo do trabalho: entre a escravidão e a dignidade “
Apesar de todos os avanços sociais e tecnológicos que conquistamos, o trabalho escravo, infelizmente, continua sendo uma realidade no Brasil e no mundo. Dados levantados pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) apontam que existem, no mínimo, 20,9 milhões de pessoas escravizadas em todo o mundo. No Brasil, um levantamento do Ministério do Trabalho e da Comissão Pastoral da Terra, divulgado pela ONG “Escravo, Nem Pensar!”, revelam que mais de 52 mil trabalhadores foram regatados da escravidão entre 1995 e 2016.
Essa preocupante e vergonhosa realidade será debatida nesta quinta-feira (23.07), às 18 horas, na live “ Mundo do trabalho: entre a escravidão e a dignidade “, que reunirá o deputado federal e sindicalista, Vicentinho (PT/SP) e o ex-deputado federal e sindicalista, Eudes Xavier (PT/CE). “No passado, existiam as senzalas e o tronco. Infelizmente, a situação de hoje não é muito diferente. “Atinge negros e brancos e precariza diariamente as relações de trabalho, negando a cidadania à milhares de trabalhadores e trabalhadoras neste país. Isso é uma grande injustiça”, lamenta Eudes Xavier. Para acompanhar a live acesse o Facebook Eudes Xavier
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Em1995, o Brasil assumiu oficialmente a existência de trabalho escravo em seu território perante a OIT. O Maranhão lidera o ranking de origem desses trabalhadores escravizados, seguido por Bahia, Pará, Minas Gerais e Piauí.
No livro Conflitos no campo Brasil 2019, a Comissão Pastoral da Terra (CPT), em sua 34º publicação anual, constatou que em 2019, 130 casos de trabalho escravo foram identificados em todo o país, envolvendo 1.208 trabalhadores e trabalhadoras, tendo sido 1.050 trabalhadores/as resgatados pelo Grupo Móvel Tático do Ministério do Trabalho e Polícia Federal, após denúncias da CPT e de outras organizações de Direitos Humanos. Só no estado de Minas Gerais, 346 trabalhadores foram libertados de situações análogas à escravidão, sendo 171 (49,4%) no norte de Minas, o que demonstra que, onde há maior poderio do latifúndio e dos latifundiários criam-se as condições objetivas para submeter trabalhadores a situações análogas às de escravidão.
Atualmente há trabalho análogo à situação de escravidão não apenas na agricultura sob o regime do agronegócio no campo, mas, principalmente, nas grandes cidades em atividades diversas cujo tempo de trabalho é cada vez mais extenso.
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