- Foto: Imagem Ilustrativa Fortaleza/CE. A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (30/6) a terceira fase da Operação Palma, dando continuidade às investigações sobre organização criminosa com atuação no Porto do Mucuripe, em Fortaleza, responsável pela tentativa de remessa de 435 kg de cocaína para o exterior, fato identificado em fevereiro de 2025. Ao todo, são cumpridos 20 mandados judiciais, sendo 3 de prisão preventiva, 5 de prisão temporária e 12 de busca e apreensão, expedidos pela Justiça competente. No curso das investigações, foram identificadas, entre outros envolvidos, 3 empresas e 14 funcionários e prestadores de serviços vinculados ao Porto do Mucuripe, supostamente associados às atividades da organização criminosa investigada. As diligências totais da investigação já resultaram na apreensão de veículos, bem como de dez armas de fogo e valores em espécie. Também foram determinadas medidas de constrição patrimonial, incluindo bloqueios de contas bancárias que u...
Associação cobra do Poder Público políticas para conservação do patrimônio histórico e cultural de Fortaleza
_APROGEO Ceará busca soluções e recursos para estruturas que estão desassistidas na Capital cearense_
Fortaleza tem uma economia voltada para o segmento de serviços e é um dos destinos turísticos do País mais procurados por viajantes nacionais e internacionais. Em paralelo à situação, no que se refere ao patrimônio histórico e cultural, os espaços e equipamentos que contam os vários períodos da Capital cearense seguem desassistidos.
A fim de buscar soluções e recursos para salvar bens tombados como a Ponte dos Ingleses, a Estação Ferroviária João Felipe e o antigo Farol do Mucuripe, a Associação Profissional dos Geógrafos do Ceará (APROGEO Ceará) inicia um movimento que visa sensibilizar o Poder Público sobre a importância da conservação do patrimônio local.
"Muito se fala em recursos públicos para obras de requalificação e construção de estruturas, a exemplo da Praia de Iracema. Infelizmente, pouco se executa com relação à conservação da história e da cultura de Fortaleza", afirma o presidente da APROGEO Ceará, Cândido Henrique.
Segundo o geógrafo, faltam políticas públicas que contemplem o “resgate” das estruturas, assim como sua promoção. “Temos importantes locais que falam da memória histórica e cultural da cidade. Estruturas que mostram não somente a grandeza do nosso povo, mas também sua bravura e seu pioneirismo. É preciso que o Poder Público elabore políticas consistentes e destine verba para a restauração, manutenção e promoção desses espaços. Uma sociedade que não conhece o seu passado está fadada a um futuro que não é seu”, finaliza.
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