De 2023 até o momento, as Forças de Segurança do Ceará já tiveram o reforço de mais de 1.300 viaturas. Nesta segunda-feira (6), a Polícia Militar do Ceará (PMCE) ganha mais 49 veículos para fortalecer a atuação da instituição. A entrega será às 8h, no Polo de Lazer Luiz Gonzaga, no Conjunto Ceará, em Fortaleza. O governador Elmano de Freitas participará da solenidade ao lado do secretário da Segurança Pública e Defesa Social, Roberto Sá; do comandante-geral da PMCE, coronel Sinval Sampaio; e de outras autoridades. Serviço Entrega de viaturas à Polícia Militar Data: 6 de abril (segunda-feira) Horário: 8h Local: Polo de Lazer Luiz Gonzaga – Av. Min. Albuquerque Lima, 788, Conjunto Ceará, Fortaleza-CE
Por unanimidade, o Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF), na sessão desta quarta-feira (5), referendou a medida cautelar deferida pelo ministro Marco Aurélio para determinar que o governo federal suspenda os cortes no programa Bolsa Família enquanto permanecer o estado de calamidade pública decorrente da pandemia do coronavírus. O referendo foi na Ação Cível Originária (ACO) 3359, proposta por sete estados do Nordeste (Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí e Rio Grande do Norte).
Na ação, os estados pedem que o STF determine à União que apresente dados e justificativas para a concentração de cortes no Programa Bolsa Família na Região Nordeste e dispense aos inscritos nos sete estados tratamento isonômico em relação a beneficiários dos demais entes da Federação. Com a pandemia e as medidas decorrentes do distanciamento social, os estados apresentaram petição requerendo a suspensão dos cortes, em razão do impacto das providências adotadas sobre as famílias em situação de vulnerabilidade social.
Em 20/03, ao conceder a medida cautelar agora confirmada pelo Plenário, o ministro Marco Aurélio acolheu os dois pedidos. Ele ressaltou que o Bolsa Família é um programa de transferência direta de renda, destinado a famílias de todo o país, para fazer frente à pobreza e à vulnerabilidade social. Na ocasião, o ministro destacou que a lei que instituiu o benefício (Lei 10.836/2004) não prevê restrição em relação à região ou ao estado do beneficiário e que a União não pode dar tratamento discriminatório a brasileiros em idêntica situação unicamente em razão de seu local de residência. “Não se valora a extrema pobreza conforme a unidade da Federação, devendo haver isonomia no tratamento, tendo em conta o objetivo constitucional de erradicação da pobreza e redução das desigualdades sociais”, afirmou o relator em seu voto.
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