Diversas organizações e coletivos realizaram na tarde deste sábado (6), em São Paulo, a 24ª Caminhada de Mulheres Lésbicas e Bissexuais, como forma de fortalecer reivindicações específicas, embasadas em violências concretas e simbólicas que não atingem da mesma maneira o restante da comunidade LBGTQIA+. Fizeram parte da articulação a Coletiva da Visibilidade Lésbica SP, a Rede LésBi Brasil, o Lésbicas na Parada SP, a Rede Nacional Candaces, de Lésbicas e Mulheres Bissexuais Negras Feministas, a Associação Brasileira de Lésbicas (ABL), entre outros grupos. Este ano, o protesto, que sempre reitera o peso da lesbofobia e da bifobia contra as brasileiras e busca se descolar ao máximo de grandes financiadores, teve como um dos motes o aniversário de dez anos do assassinato da jovem negra Luana Barbosa dos Reis. Lésbica, negra e periférica, ela teve uma morte precoce, aos 34 anos, como mais uma vítima da letalidade policial. Conforme familiares seus e movimentos da causa denuncia...
O diabetes além de ser um fator agravante da infecção do novo coronavírus, é também um importante fator de risco para doenças vasculares. Um indivíduo diabético tem entre 15 e 40 vezes mais chances do que a população geral de submeter-se a uma amputação do membro inferior. De acordo com o médico Cirurgião Vascular e membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular Regional Ceará - SBACV-CE Vicente Freire, diabetes causa agressão química e inflamatória nas paredes dos vasos, gerando em sua grande maioria, lesões obstrutivas arteriais.
Vicente ainda alerta sobre os cuidados e sintomas dessas lesões, que em estados mais graves, podem levar até uma possível amputação: “dor ao caminhar, feridas que não cicatrizam, palidez e dores nas pernas e até dormência nos pés. Prevenção com o controle do diabetes, dieta adequada e evitar o sedentarismo com atividade física é o mais indicado para evitar o problema. Indispensável o acompanhamento médico, de preferência com um cirurgião vascular, por meio de checkups periódicos para evitar complicações”.
Segundo a endocrinologista Ana Flávia Torquato o diabetes exerce uma ação prejudicial ao sistema circulatório, acelerando o depósito de placas de gordura nas artérias e altera também a função dos neurológica. “A neuropatia diabética é uma manifestação comum, as vezes presente já no momento do diagnóstico. Já as doenças cardiovasculares são a principal causa de morte em pacientes diabéticos”, reforça. Ela ainda destaca que as pesquisas em relação ao novo coronavírus também apontam tanto o diabetes como um fator de risco para a Covid-19, como mostra que pacientes acometidos pelo coronavírus, também podem desencadear o diabetes ou agravar a doença já preexistente.
Ana Flávia ressalta que o surgimento de doenças vasculares bem como complicações com a infecção do novo coronavírus é mais comum em quem está com a glicose descontrolada. A presença de outras comorbidades associadas como hipertensão e dislipidemia também podem aumentar o risco de complicações. Por isso é primordial a prevenção das complicações através do tratamento e controle apropriado do diabetes.
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