Em 13 anos, doença inflamatória intestinal cresce 5 vezes no Brasil Número de casos passou de 30 para 158, entre 2012 e 2025 Vitor Abdala - Repórter da Agência Brasil Publicado em 25/09/2026 - 10:31 Rio de Janeiro © Nadzeya/ Adobe Stock Versão em áudio O número de pessoas com doenças inflamatórias intestinais (DII) cresceu cinco vezes no Brasil, entre 2012 e 2025. A incidência dessas enfermidades – como a doença de Crohn e a retocolite ulcerativa – passou de 30 para 158 casos por 100 mil habitantes no período. O dado é de um estudo apresentado no 74º Congresso Brasileiro de Coloproctologia , que ocorre até este sábado (26), em Balneário Camboriú (SC). O levantamento foi feito por dois membros da Sociedade Brasileira de Coloproctologia (SBCP): Abel Quaresma, da Universidade do Oeste de Santa Catarina (Unoesc), e Paulo Kotze, da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR). Eles trabalharam em parceria com pesquisadores das universidades de Calgary (Canadá), d...
Média de casos, de internações e de óbitos pela Covid-19 é a menor desde o início da pandemia
O cenário epidemiológico de Fortaleza em relação à Covid-19 segue em tendência de estabilização. Na tarde desta quarta-feira (19/08), o prefeito Roberto Cláudio apresentou, em transmissão ao vivo pelas redes sociais, os indicadores recém-divulgados pela Prefeitura de Fortaleza. A atual média de casos, de internações e de óbitos decorrentes da infecção pelo novo coronavírus é a menor registrada desde o início da pandemia.
Roberto Cláudio demonstrou, por meio de gráficos, o comportamento da pandemia na Capital. A análise da regulação de leitos públicos reitera um cenário progressivamente favorável ao longo das últimas semanas.
“A demanda relacionada às internações em leitos de enfermaria ou de terapia intensiva segue em tendência contínua de queda. No momento mais crítico, chegamos a registrar uma média de 112,7 internações diárias em unidades públicas. Na semana retrasada, a média caiu para quatro pacientes. Já na última semana, os indicadores caíram ainda mais, contabilizando cerca de duas internações por dia”, informou o Prefeito.
No tocante à média diária de óbitos, o Gestor apontou a melhoria dos indicadores registrados. “Chegamos a atingir o trágico patamar de, aproximadamente, 87,6 óbitos diários na semana 20 da pandemia. A partir de então, Fortaleza segue pela 14ª semana consecutiva de queda consistente desse indicador. Semana passada, a média diária foi de 1,1 óbito por Covid-19, boa parte por complicações secundárias”, afirmou.
0,8 óbito diário
Reiterando a tendência consistente de queda dos números, os dados parciais contabilizam, também nesta semana, média diária de 0,8 óbito. “Estamos na semana 34. Temos os dados parciais consolidados de domingo a terça. Mas estamos diante de uma semana melhor do que a anterior. Em alguns dias, não registramos óbitos por Covid-19. A tendência é consistente e equilibrada”, ressaltou Roberto Cláudio.
Diante da estabilização registrada, o Prefeito reafirmou a necessidade da manutenção dos cuidados individuais e coletivos, além do cumprimento das recomendações previstas em decreto. “É preciso continuar evitando aglomerações, mantendo o distanciamento mínimo e seguro, a lavagem de mãos e o uso de máscaras. A pandemia não acabou. Não atingimos, ainda, o nível desejado de imunidade, não temos vacina, nem tratamento científico comprovado para curar a doença. Cumprir as orientações das autoridades de saúde é fundamental para evitar novas transmissões e eventuais retrocessos”, ponderou.
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