Com 91 anos, Erundina é a deputada estadual mais velha eleita em 2026 Ex-prefeita de SP ocupará cadeira na Alesp Flávia Albuquerque - Repórter da Agência Brasil Publicado em 06/10/2026 - 13:25 São Paulo © Jose Cruz/ Agência Brasil Versão em áudio Luiza Erundina (Psol) tornou-se a deputada estadual mais velha a ser eleita em todo o país no pleito de 2026. Aos 91 anos, ela ocupará uma das 94 cadeiras da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) . A ex-prefeita de São Paulo ficou na 13ª posição, com 169.567 votos, para iniciar mandato em 2027. No estado, superou o deputado Eduardo Suplicy (PT) , de 85 anos, até então o mais velho da Alesp. Nascida no dia 30 de novembro de 1934, em Uiraúna, na Paraíba, Erundina é formada em Serviço Social pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB). É ainda mestre em ciências sociológicas pela Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESP-SP). Em 1989, até então filiada ao Partido dos Trabalhadores (PT), foi a primeira mulher r...
Ministério Público Federal (MPF) pediu à Justiça Federal (JF) que envie oficio ao secretário de Administração Penitenciária do Estado do Ceará, Luís Mauro Albuquerque Araújo, solicitando informações sobre as condições de integridade física de José Adail Carneiro Silva, ex-deputado federal e estadual preso em flagrante, no último 19 de novembro, por suposto delito de lavagem de dinheiro.
No pedido apresentado à 11ª Vara da Justiça Federal no Ceará, nesta quinta-feira (26) o MPF argumenta que notícias divulgadas pela imprensa e informações que circulam em redes sociais apontam que Adail Carneiro estaria correndo risco de morte dentro do sistema prisional.
O ex-deputado foi preso em flagrante durante operação que cumpriu mandados de busca e apreensão em Fortaleza (CE), Russas (CE), Caucaia (CE), Mossoró (RN) e Rio de Janeiro (RJ) como parte de investigações que apuram fraudes em licitações e na contratação de serviços de locação de veículos e motocicletas, com desvio de recursos públicos e lavagem de dinheiro. A operação, batizada de Km Livre, foi realizada pela Polícia Federal (PF) e Controladoria-Geral da União (CGU), com parecer favorável do MPF acatado pela JF.
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