FMI prevê crescimento de 2,2% do PIB do Brasil em 2026 Projeção supera expectativa do governo e do mercado Bruno de Freitas Moura - Repórter da Agência Brasil Publicado em 13/10/2026 - 15:11 Rio de Janeiro © Reuters/Yuri Gripas/Direitos Reservados Versão em áudio O Fundo Monetário Internacional (FMI) projetou o crescimento da economia brasileira em 2,2% em 2026, no documento Perspectivas da Economia Mundial , divulgado na noite de segunda-feira (12). Na versão anterior do estudo, publicada em julho, a estimativa era de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB, conjunto de todos os bens e serviços produzidos no país) em 2,4%. Para 2027, a previsão de avanço passou de 2,2% para 1,9%. Apesar da redução para 2026, a projeção do FMI se mantém acima do esperado pelo próprio governo brasileiro. O Boletim Macrofiscal da Secretária da Política Econômica do Ministério da Fazenda , divulgado em setembro, baixou a estimativa de crescimento do PIB de 2,3% para 2,0%. Já o Focus, sondagem do B...
Os pacientes infectados pelo novo coronavírus, quando não são assintomáticos, apresentam sintomas bem característicos. Os que mais chamam atenção são tosse, febre e dispneia (falta de ar), este na evolução da doença. No entanto, os sintomas gastrointestinais não devem ser desprezados. “Pacientes que iniciam com quadro de diarreia, náusea e vômito, especialmente acompanhado de febre e alterações em paladar e olfato, devem ser investigados quanto a presença do novo coronavírus”, alerta o médico endoscopista Gustavo Benevides. O Hospital Santa Lúcia, em Brasília apresentou dados de que 45% dos pacientes com Covid-19 apresentam sintomas gastrointestinais.
O especialista explica que muitas vezes os pacientes são levados a emergência com dor abdominal intensa, que pode simular infecção intra-abdominal, como apendicite. Mas na realidade, estão com gânglios infartados no mesentério, isso pode simular um quadro de abdômen agudo. Outro sintomas relacionados ao trato digestivo advém do tratamento dessa infecção, pois os pacientes são submetidos a tratamentos com antibióticos e corticóides, o que pode afetar sua flora intestinal ou levar a quadros de gastrite, esofagite e diversas doenças gastrointestinais.
O perfil de pacientes que desenvolvem sintomas gastrointestinais de Covid-19 é similar ao que evolui para formas mais graves da doença: idosos, pessoas com comorbidades não controladas, como hipertensão e diabetes, indivíduos obesos e com tratamento de outras doenças graves. Vale ressaltar também que pacientes com Covid-19 submetidos a tratamentos com anticoagulantes, para evitar trombose, alteração induzida pelo estado de hipercoagulabilidade da virose, estão em risco de ter sangramento digestivo.
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