Fut. Feminino: Campeã da Série A2 em 2022, Annaysa retorna ao Ceará para sequência da temporada 12 de Setembro de 2026 | Atualizado em: 12 de Setembro de 2026 às 14:30 Atleta reforçará as Meninas do Vozão no Cearense e na Copa Maria Bonita Link para compartilhamento: Copiar Ceará SC O Ceará acertou o retorno da atacante Annaysa para a sequência da temporada 2026. A atleta de 30 anos chega ao Vozão para a disputa do Campeonato Cearense Feminino e da Copa Maria Bonita. Essa será a segunda passagem de Annaysa pelas Meninas do Vozão. Entre 2020 e 2022, conquistou o Campeonato Cearense e a Série A2 do Campeonato Brasileiro. Neste período, anotou 18 gols, sendo a terceira maior artilheira da história do elenco feminino do Vozão. "Voltar para onde vivi momentos tão incríveis e intensos tem um significado muito especial. Essa camisa faz parte da minha história, das minhas conquistas, dos desafios e de tantos momentos que vou levar comigo para sempre. Hoje, voltar a vestir es...
Prefeitura de Fortaleza amplia usinas de oxigênio de UPAs municipais e triplica capacidade de produção
Usinas de oxigênio das UPAs Edson Queiroz, Vila Velha e Bom Jardim triplicarão sua capacidade de produção
Para continuar garantindo o abastecimento de oxigênio aos pacientes que ocupam os leitos de observação das UPAs Edson Queiroz, Vila Velha e Bom Jardim, a capacidade das usinas de oxigênio nessas unidades está sendo ampliada. No último sábado (27/03), a usina da UPA Edson Queiroz teve sua capacidade triplicada. Já as UPAs Vila Velha e Bom Jardim receberão as novas usinas até o dia 6 de abril.
"A assistência de saúde está entre as nossas prioridades e vamos seguir fazendo o que estiver ao nosso alcance para atender bem os fortalezenses", afirmou o prefeito de Fortaleza, José Sarto.
As saídas de oxigênio de três UPAs são abastecidas por usinas dentro das próprias unidades. Essas usinas funcionam filtrando o ar e outros elementos por meio de compressores e permitindo a passagem do oxigênio.
Com a ampliação, a geração de oxigênio triplica, com capacidade de produzir 15,8m³/h de oxigênio por hora. Os equipamentos funcionam por PSA (Pressure Swing Adsorption), ou Processo de Adsorção. Atualmente, as usinas produzem 5,6m³ de oxigênio por hora através de energia. No local, também são disponibilizados cilindros reservas para manter a disponibilidade do insumo a todo momento.
Covid-19 e o uso do oxigênio medicinal
Dentre os principais sintomas da Covid-19, que já infectou quase 359 mil pessoas em Fortaleza de acordo com o IntegraSUS, estão o comprometimento do sistema respiratório, que pode levar ao óbito. Com o aumento da demanda por oxigênio nas unidades, ocasionado pela pandemia, a necessidade de oxigênio também passa a ser maior.
O insumo nessas unidades pode ser usado no auxílio da respiração de usuários, nebulização, casos de intubação e no tratamento de doenças respiratórias, possibilitando segurança e estabilidade para o paciente. O oxigênio serve também em casos de inalação, expurgo, esterilização de equipamentos e outros casos.
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