O atacante Gabriel Martinelli avaliou como “muito difícil” o próximo compromisso da Seleção pela Copa do Mundo, contra a Escócia, na próxima quarta-feira (24), pela terceira rodada da fase de grupos. Em entrevista coletiva concedida nesta segunda-feira (22), no hotel The Ridge, em Nova Jersey, nos Estados Unidos, ele afirmou que o adversário “possui jogadores de qualidade”. “Com certeza vai ser um jogo muito difícil. Eles têm jogadores de muita qualidade. (...) Com certeza, eles vão vir com tudo para tentar ganhar da gente, mas estamos treinando bastante, nos preparando também. Vai ser um grande jogo, espero que a gente consiga sair com a vitória”, disse o camisa 22. O Brasil lidera o grupo C, com quatro pontos. Tem a mesma pontuação do Marrocos, mas está em primeiro lugar pelo saldo de gols (3 contra 1). E se classificar para o mata-mata na liderança é um dos objetivos da Seleção, por questões logísticas e de preparação da equipe. “Queremos ir a Miami e ganhar o jogo para nos cl...
Prefeitura de Fortaleza amplia usinas de oxigênio de UPAs municipais e triplica capacidade de produção
Usinas de oxigênio das UPAs Edson Queiroz, Vila Velha e Bom Jardim triplicarão sua capacidade de produção
Para continuar garantindo o abastecimento de oxigênio aos pacientes que ocupam os leitos de observação das UPAs Edson Queiroz, Vila Velha e Bom Jardim, a capacidade das usinas de oxigênio nessas unidades está sendo ampliada. No último sábado (27/03), a usina da UPA Edson Queiroz teve sua capacidade triplicada. Já as UPAs Vila Velha e Bom Jardim receberão as novas usinas até o dia 6 de abril.
"A assistência de saúde está entre as nossas prioridades e vamos seguir fazendo o que estiver ao nosso alcance para atender bem os fortalezenses", afirmou o prefeito de Fortaleza, José Sarto.
As saídas de oxigênio de três UPAs são abastecidas por usinas dentro das próprias unidades. Essas usinas funcionam filtrando o ar e outros elementos por meio de compressores e permitindo a passagem do oxigênio.
Com a ampliação, a geração de oxigênio triplica, com capacidade de produzir 15,8m³/h de oxigênio por hora. Os equipamentos funcionam por PSA (Pressure Swing Adsorption), ou Processo de Adsorção. Atualmente, as usinas produzem 5,6m³ de oxigênio por hora através de energia. No local, também são disponibilizados cilindros reservas para manter a disponibilidade do insumo a todo momento.
Covid-19 e o uso do oxigênio medicinal
Dentre os principais sintomas da Covid-19, que já infectou quase 359 mil pessoas em Fortaleza de acordo com o IntegraSUS, estão o comprometimento do sistema respiratório, que pode levar ao óbito. Com o aumento da demanda por oxigênio nas unidades, ocasionado pela pandemia, a necessidade de oxigênio também passa a ser maior.
O insumo nessas unidades pode ser usado no auxílio da respiração de usuários, nebulização, casos de intubação e no tratamento de doenças respiratórias, possibilitando segurança e estabilidade para o paciente. O oxigênio serve também em casos de inalação, expurgo, esterilização de equipamentos e outros casos.
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