*Primeira-dama Lia de Freitas assume articulação da frente de combate à fome na campanha de Elmano* A primeira-dama do Ceará e presidente do Comitê Intersetorial de Governança do Programa Ceará Sem Fome, Lia de Freitas, assume a articulação da *frente de defesa e fortalecimento da política de segurança alimentar* na campanha eleitoral do governador Elmano de Freitas (PT). A atuação terá como foco a mobilização em torno da segurança alimentar, entendida como um dos sistemas fundamentais para a garantia da vida e da dignidade da população, e das políticas públicas voltadas à promoção do acesso à alimentação adequada no Ceará. Como parte da agenda de campanha, Lia participa, nesta semana, de caminhadas em diferentes bairros da Capital cearense e da Região Metropolitana de Fortaleza (RMF). A agenda começou no último sábado (29), com caminhada na comunidade Campo do América, no bairro Meireles, em Fortaleza; e terá continuidade nesta *terça-feira (1º de setembro)*, com caminhada no bai...
Prefeitura de Fortaleza amplia usinas de oxigênio de UPAs municipais e triplica capacidade de produção
Usinas de oxigênio das UPAs Edson Queiroz, Vila Velha e Bom Jardim triplicarão sua capacidade de produção
Para continuar garantindo o abastecimento de oxigênio aos pacientes que ocupam os leitos de observação das UPAs Edson Queiroz, Vila Velha e Bom Jardim, a capacidade das usinas de oxigênio nessas unidades está sendo ampliada. No último sábado (27/03), a usina da UPA Edson Queiroz teve sua capacidade triplicada. Já as UPAs Vila Velha e Bom Jardim receberão as novas usinas até o dia 6 de abril.
"A assistência de saúde está entre as nossas prioridades e vamos seguir fazendo o que estiver ao nosso alcance para atender bem os fortalezenses", afirmou o prefeito de Fortaleza, José Sarto.
As saídas de oxigênio de três UPAs são abastecidas por usinas dentro das próprias unidades. Essas usinas funcionam filtrando o ar e outros elementos por meio de compressores e permitindo a passagem do oxigênio.
Com a ampliação, a geração de oxigênio triplica, com capacidade de produzir 15,8m³/h de oxigênio por hora. Os equipamentos funcionam por PSA (Pressure Swing Adsorption), ou Processo de Adsorção. Atualmente, as usinas produzem 5,6m³ de oxigênio por hora através de energia. No local, também são disponibilizados cilindros reservas para manter a disponibilidade do insumo a todo momento.
Covid-19 e o uso do oxigênio medicinal
Dentre os principais sintomas da Covid-19, que já infectou quase 359 mil pessoas em Fortaleza de acordo com o IntegraSUS, estão o comprometimento do sistema respiratório, que pode levar ao óbito. Com o aumento da demanda por oxigênio nas unidades, ocasionado pela pandemia, a necessidade de oxigênio também passa a ser maior.
O insumo nessas unidades pode ser usado no auxílio da respiração de usuários, nebulização, casos de intubação e no tratamento de doenças respiratórias, possibilitando segurança e estabilidade para o paciente. O oxigênio serve também em casos de inalação, expurgo, esterilização de equipamentos e outros casos.
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