Dólar sobe para R$ 5,51, com dados de emprego nos EUA Bolsa avança 1,39%, em dia de ajuste após queda Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil* Publicado em 06/11/2026 - 19:10 Brasília © Rafa Neddermeyer/ Agência Brasil Versão em áudio O dólar fechou em alta e o Ibovespa avançou nesta sexta-feira (6), em um dia marcado pela divulgação de dados do mercado de trabalho dos Estados Unidos e pela expectativa em torno da política econômica do quarto mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A moeda estadunidense subiu cerca de 0,4%, para R$ 5,51, enquanto a bolsa brasileira teve valorização de aproximadamente 1,4%, aos 168,5 mil pontos . Na semana, o dólar acumulou alta de 1,20%, e o Ibovespa avançou 0,29%. Números do dia Dólar à vista: R$ 5,511 (+0,44%); Dólar na semana: alta de 1,20%; Ibovespa: 168.498,45 pontos (+1,39%); Ibovespa na semana: alta de 0,29%; Índice DXY (dólar em relação a moedas fortes): 102,320 (+0,76%). >> Siga o canal da Agência Brasil no...
Prefeitura de Fortaleza amplia usinas de oxigênio de UPAs municipais e triplica capacidade de produção
Usinas de oxigênio das UPAs Edson Queiroz, Vila Velha e Bom Jardim triplicarão sua capacidade de produção
Para continuar garantindo o abastecimento de oxigênio aos pacientes que ocupam os leitos de observação das UPAs Edson Queiroz, Vila Velha e Bom Jardim, a capacidade das usinas de oxigênio nessas unidades está sendo ampliada. No último sábado (27/03), a usina da UPA Edson Queiroz teve sua capacidade triplicada. Já as UPAs Vila Velha e Bom Jardim receberão as novas usinas até o dia 6 de abril.
"A assistência de saúde está entre as nossas prioridades e vamos seguir fazendo o que estiver ao nosso alcance para atender bem os fortalezenses", afirmou o prefeito de Fortaleza, José Sarto.
As saídas de oxigênio de três UPAs são abastecidas por usinas dentro das próprias unidades. Essas usinas funcionam filtrando o ar e outros elementos por meio de compressores e permitindo a passagem do oxigênio.
Com a ampliação, a geração de oxigênio triplica, com capacidade de produzir 15,8m³/h de oxigênio por hora. Os equipamentos funcionam por PSA (Pressure Swing Adsorption), ou Processo de Adsorção. Atualmente, as usinas produzem 5,6m³ de oxigênio por hora através de energia. No local, também são disponibilizados cilindros reservas para manter a disponibilidade do insumo a todo momento.
Covid-19 e o uso do oxigênio medicinal
Dentre os principais sintomas da Covid-19, que já infectou quase 359 mil pessoas em Fortaleza de acordo com o IntegraSUS, estão o comprometimento do sistema respiratório, que pode levar ao óbito. Com o aumento da demanda por oxigênio nas unidades, ocasionado pela pandemia, a necessidade de oxigênio também passa a ser maior.
O insumo nessas unidades pode ser usado no auxílio da respiração de usuários, nebulização, casos de intubação e no tratamento de doenças respiratórias, possibilitando segurança e estabilidade para o paciente. O oxigênio serve também em casos de inalação, expurgo, esterilização de equipamentos e outros casos.
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