Sistema Cantareira continuará a operar na faixa de atenção em novembro Nível do reservatório está entre 40% e 60% Elaine Patricia Cruz – Repórter da Agência Brasil Publicado em 31/10/2026 - 13:10 São Paulo © Rovena Rosa/Agência Brasil Versão em áudio Após as chuvas dos últimos meses, o volume útil do Sistema Cantareira, principal reservatório de São Paulo, chegou a 51,2% da capacidade na manhã deste sábado (31). É o maior volume alcançado pelo reservatório desde maio de 2025, quando o armazenamento estava em 52,7%. Apesar do aumento da capacidade, o Cantareira vai continuar operando no sistema de atenção durante o mês de novembro, segundo a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) e a Agência de Águas do Estado de São Paulo (SP Águas). A faixa de atenção é estabelecida quando o nível do reservatório fica entre 40% e 60%. Neste ano, o Cantareira vinha apresentando nível de armazenamento preocupante, mas com as chuvas recordes de setembro e as de outubro, conseguiu melho...
Substituto de Ricardo Salles foi evasivo e não respondeu aos questionamentos
Em audiência pública realizada nesta terça-feira (24) por duas comissões da Câmara, o deputado federal Célio Studart (PV-CE) fez uma série de questionamentos ao ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite. Causa animal, recursos para o Fundo Amazônia e combate a queimadas foram exemplos de pontos abordados nas perguntas.
A reunião promovida pelas comissões de Meio Ambiente e Fiscalização Financeira e Controle durou menos de duas horas, tempo curto para eventos dessa natureza. Várias perguntas ficaram sem respostas efetivas pelo ministro, que assumiu em junho.
Em sua intervenção, Célio alertou mais uma vez para as más condições dos Centros de Triagem e Reabilitação do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) e perguntou ao ministro quais as medidas serão adotadas pelo governo para mudar este cenário. Em resposta curta e evasiva, o ministro afirmou que serão feiras melhorias nos Cetas.
"Nós temos tido muitas reclamações sobre o destino dos animais. Problemas como o caso no Rio de Janeiro e no próprio Ceará. O que o IBAMA pensa em fazer? Essa é uma preocupação muito grande, inclusive, da população, que se depara muitas vezes com eles e não sabe para onde levá-los", questionou.
Além disso, Célio lembrou das perdas bilionárias do Fundo Amazônia, e quis saber se a pasta vai buscar medidas e criar estratégias para contornar a situação e voltar a receber investimentos externos, já que esse dinheiro é essencial para ações de proteção à floresta.
Mais um vez, o deputado perguntou também sobre as atividades da Coordenação em Defesa dos Animais, estrutura criada pelo governo dentro do Ministério do Meio Ambiente. Por mais de um vez Célio solicitou audiência para conhecer melhor o trabalho desenvolvido, mas ainda não foi recebido. Em 2021, o deputado destinou R$ 250 mil suas emendas para o Ministério do Meio Ambiente realizar a castração de animais.
Outra pauta sem resposta diz respeito às ações de combate às queimadas no Brasil. Em junho deste ano, foi protocolado um requerimento de informação junto ao ministério que deveria ter sido respondido em 30 dias , mas a pasta pediu prorrogação de prazo para enviar as respostas. O motivo do adiamento não foi explicado.
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