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União discute demolição de Ponte do Esqueleto após morte de jovem Governos acertam ações para impedir acesso à estrutura

  Secretaria do Patrimônio da União (SPU), órgão do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), discute a eventual remoção da ponte do Esqueleto, localizada na divisa entre os municípios de Limeira e Cordeirópolis, em São Paulo, com os governos locais. O posicionamento ocorre após a jovem Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, morrer no local, na manhã do último sábado (13). A jovem moradora de Jandira (SP) foi erguida por instrutores de uma empresa privada e arremessada da ponte, sem estar presa às cordas do equipamento de segurança, de uma altura de cerca de 40 metros.  O salto seria na modalidade rope jump​​, quando um praticante salta no vazio a partir de locais muito altos. Em nota à imprensa, a SPU reafirmou que a transferência da propriedade da ponte para o Patrimônio da União foi oficializada em maio deste ano e que nunca autorizou nenhuma atividade no local. >> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp Reunião Nesta segunda-feira (15...

IFCE abre consulta sobre retomada gradual de atividades presenciais

 Para planejar o retorno às atividades presenciais, o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE), por meio do seu Colégio de Dirigentes (Coldir), montou comissões para estudar a maneira melhor e mais segura de ocorrer essa retomada de forma gradual, planejada e escalonada.

No entanto, antes de finalizar o Plano de Retorno Gradual às Atividades Presenciais, a instituição vai ouvir a comunidade acadêmica, no período de 29 de setembro a 05 de outubro, por meio de uma consulta pública que pode ser respondida pelo formulário disponível aqui.

A ampla participação da comunidade acadêmica é fundamental. Para preencher o formulário, o usuário deve estar logado com o e-mail institucional.

Também está disponível para conhecimento da comunidade acadêmica o relatório final da comissão responsável por analisar o planejamento para a possibilidade do retorno às atividades presenciais. Clique AQUI para ler o relatório e AQUI para ler a apresentação sobre o tema.

O processo de diálogo com a comunidade acadêmica sobre o planejamento para um possível retorno gradual às atividades presenciais começou com uma live realizada no final da tarde desta terça (29) no canal do IFCE no YouTube. Foi a maior live da história do Instituto, superando os 3.200 espectadores simultâneos. Nela, os gestores do IFCE expuseram as variáveis levadas em consideração na tomada de decisões sobre uma retomada progressiva e interagiram com os espectadores, tirando dúvidas.

Com a disponibilização do formulário para as contribuições, o IFCE quer amadurecer o Plano de Retorno Gradual - que será apresentado ao Conselho Superior (Consup) em reunião marcada para o dia 11/10. Após o parecer do Conselho, a decisão segue para as comissões de saúde de cada unidade que, considerando os contextos e realidades locais, decidirão sobre as providências relativas a uma possível retomada gradual de atividades, respeitando as orientações sanitárias para favorecer a segurança nos vários ambientes acadêmicos.

Etapas

O relatório final da comissão responsável por analisar a conjuntura de um eventual retorno traz fases bem definidas, que podem ser adotadas em função da situação epidemiológica observada (ver quadro abaixo), levando em conta diversos fatores que ajudam a entender a dinâmica da pandemia de Covid-19.

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Quadro de indicadores epidemiológicos com as fases correspondentes

Como recomendações preliminares, o planejamento orienta que existam Comissões Internas de Saúde do Servidor Público (CISSP) plenamente capacitadas em todas as unidades. Os campi e depois unidades também devem adotar protocolos de biossegurança, oportunizando a capacitação de servidores e colaboradores terceirizados.

Na fase 0, que é correspondente a situações caracterizadas por uma taxa de contágio maior que 1 e índices de ocupação de leitos de enfermaria e UTI acima de 85% (uma realidade superada no momento, com o avanço da vacinação), tem-se Atividades administrativas, acadêmicas, de ensino, pesquisa e extensão sendo desenvolvidas no formato não presencial.

Já na fase 1, caracterizada no plano por uma taxa de contágio de 09 a 1,0 em sete dias e com ocupação de leitos (UTI e enfermaria) de 80 a 85%, tem-se o desenvolvimento das atividades predominantemente na forma não presencial.

A fase 2, por sua vez, foi pensada para uma realidade em que a taxa de contágio esteja entre 0,8 e 0,9, com ocupações de leitos entre 70 e 80%. Nesse caso, o que se prevê são aulas práticas de componentes curriculares preferencialmente para estudantes concludentes; atividades de estágio, extensão de discentes, PIBID, Residência Pedagógica, Monitoria, Defesa de TCC, e atividades administrativas (de forma gradual).

Na fase 3, caracterizada por uma taxa de contágio de 0,5 a 0,8 e ocupações de leitos na casa dos 60-70%, o plano de retorno gradual prevê aulas teóricas com turmas, atividades de ensino que envolvam práticas esportivas corporais em pequenos grupos e, além disso, processos seletivos de forma presencial.

Já na quarta e última fase, com uma taxa de contágio abaixo de 0,5 e ocupação de leitos de menos de 60%, tem-se atividades administrativas e acadêmicas (ensino, pesquisa e extensão) desenvolvidas em formato integralmente presencial.

 

 Dowglas Lima - Comunicação Social - Reitoria

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