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Lançada na terça-feira (19), a 21ª edição da Unifor Plástica está aberta à visitação gratuita



O público já pode conferir a exposição no Espaço Cultural Unifor de terça a sexta-feira, de 9h às 18h, e aos sábados e domingos, 10h às 18h 

Com o tema “Corpo Ancestral”, a 21ª Unifor Plástica já está aberta para visitação. A mostra está localizada no Espaço Cultural Unifor, com entrada gratuita. A solenidade de abertura aconteceu na última terça-feira (19) e contou com a presença da vice-presidente da Fundação Edson Queiroz, Manoela Queiroz Bacelar, artistas participantes e convidados. A Unifor Plástica é responsável por apresentar as produções de artistas cearenses e nacionais e, neste ano, conta com três homenagens a grandes figuras do Ceará que fizeram história. 

A mostra traz as relações entre tempo, temporalidade e presentificação e aborda a questão de como a tradição pode conviver com pensamentos atuais. De acordo com Marcelo Campos, curador desta edição, cada um dos 41 artistas participantes foram escolhidos mediante pesquisa. “Fizemos pesquisas em Juazeiro - no Cariri, em Fortaleza, também entrevistamos artistas, lemos portfólios e visitamos mestres da cultura popular in loco. Criamos uma narrativa horizontal, para que tudo dialogasse no mesmo espaço sem muita classificação. Nossa pesquisa também foi norteada pensando em poder lidar com a cultura popular e com a arte contemporânea de um modo mais radical”, explica Marcelo. 

Dividida em três partes, “Pós-utopia”; “Escritas de Si” e “Natureza”, a exposição traz várias perspectivas que se entrelaçam. Na primeira parte, é abordada a expectativa criada em um futuro utópico, que traria as respostas para os problemas e fracassos do presente, mas que anda em crise. Em “Escritas de Si”, a mostra traz a narração de si mesmo e a confissão como elementos para autodeclaração do que é nosso. Por fim, em “Natureza”, os artistas mostram a relação do trabalho com a terra, o imaginário das formas orgânicas e as invenções da paisagem.
 

Reno de Góes, artista visual e estudante do curso de Arquitetura e Urbanismo da Unifor, visitou a exposição na abertura para entender mais sobre o olhar do curador para a seleção dos artistas. “Estou sempre curioso sobre o que está acontecendo no movimento artístico porque a arte é um reflexo social. Então entendendo um pouco do que um crítico como o Marcelo Campos, que já trabalhou em outras grandes exposições traz, nos faz refletir sobre o que está acontecendo agora”, destaca Reno.


Uma das obras expostas é da artista Paula Siebra, que pintou o quadro “Paisagem com dunas, jangadas casa e coqueiro” inspirado nas tradicionais garrafas com areais decoradas, vendidas no litoral do Ceará. Para ela, o mais importante é poder mostrar o quão sofisticado são essas peças, que muitas vezes acabam caindo no lugar de um simples souvenir. 

“Para mim, essa é uma oportunidade de nos reeducar, mudar o nosso olhar. As pessoas que fazem isso estão sumindo, isso não vai sendo passado pra frente e isso recai sobre todas as outras artesanias tradicionais. Quando a gente coloca [essa arte] em um outro âmbito, reeducamos o olhar das pessoas para que quando você vir alguém fazendo garrafinha na rua, pare, olhe e valorize”, argumentou Paula.  

Serviço 

21ª Unifor Plástica – Corpo Ancestral
Curadoria: Marcelo Campos e Pollyana Quintela
Visitação: Terça a sexta-feira, 9h às 18h | Sábados e domingos, 10h às 18h
Local: Espaço Cultural Unifor (Avenida Washington Soares, 1321)
Entrada gratuita 

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