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Justiças Eleitoral e do Trabalho lançam campanha contra assédio Meta é defender voto livre e secreto dos funcionários

  Justiças Eleitoral e do Trabalho lançam campanha contra assédio Meta é defender voto livre e secreto dos funcionários Agência Brasil Publicado em 06/08/2026 - 11:21 Brasília © Fernando Frazão/Agência Brasil Versão em áudio O Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o Tribunal Superior do Trabalho (TST) e o Ministério Público do Trabalho (MPT) lançaram nesta quinta-feira (6) uma mobilização nacional conjunta contra o assédio eleitoral de patrões sobre os empregados.  Com o slogan No meu voto mando eu , a campanha Aliança pelo Voto Livre e Secreto é voltada a prevenir e combater atos de empregadores, superiores e colegas que busquem influenciar o voto livre e secreto de funcionários.  O assédio eleitoral ocorre quando alguém utiliza sua posição de poder no ambiente de trabalho para influenciar, constranger ou pressionar trabalhadores a votar, deixar de votar ou apoiar determinado candidato, partido ou posicionamento político. “É a prática do empregador que gera esse constrang...

Polícia Civil elucida morte de professor em Fortaleza e captura quatro envolvidos

 As investigações desenvolvidas pela Polícia Civil do Ceará (PC-CE) que resultaram nas prisões de dois homens e nas apreensões de dois adolescentes, envolvidos na morte de um professor de 49 anos ocorrida no último dia 25, apontam que a vítima já conhecia um dos suspeitos e o crime foi premeditado. A conclusão faz parte do procedimento policial registrado no Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) que investiga o fato. Detalhes da investigação policial foram divulgados na manhã desta terça-feira (5), em coletiva de imprensa.

Nessa segunda-feira (4), os dois adolescentes, ambos de 17 anos, que atuaram diretamente na morte do professor, foram apreendidos e confessaram o crime. Entre eles, está o suspeito de marcar o encontro com a vítima em uma casa no bairro Granja Portugal. Ainda durante a ofensiva policial, também foram identificados e capturados os irmãos Antônio Alves dos Santos Neto, de 27 anos, e Antônio Igor Alves da Silva, 26 anos, ambos com participação no crime.

As investigações indicam que, após conhecer o adolescente em uma festa, a vítima trocou mensagens com o jovem, que o convidou para uma residência. Porém, antes de o professor chegar ao local, o suspeito já tinha combinado com outros dois comparsas de cometer o crime. A dupla ficou escondida dentro de um banheiro esperando o sinal para sair e abordar a vítima. Lá, ele foi amordaçado, obrigado a passar senhas de cartões e pertences pessoais. Com a vítima rendida, os suspeitos foram em uma loja e utilizaram os cartões dela passando a quantia de pouco mais de R$ 2 mil. Foi então que eles voltaram para a residência onde o professor continuava rendido e decidiram matá-lo. O homem foi espancado e estrangulado. Após perceberem que a vítima não tinha sinais vitais, os suspeitos enrolaram o corpo em uma rede, colocaram em seu carro e abandonaram em um matagal. O carro foi abandonado em seguida em uma via do bairro Bom Jardim.

Celular recuperado após ser vendido em site

Ainda conforme as investigações, o aparelho celular da vítima foi rastreado e localizado com uma pessoa que não está envolvida no crime e que adquiriu o objeto através de um site de vendas. Para a venda do aparelho, os suspeitos apagaram os dados da vítima e fizeram uma nota fiscal falsa, que foi apresentada ao comprador.

Com a elucidação do caso, Antônio Neto, que já tem antecedentes criminais por tráfico de drogas e o irmão dele, Antônio Igor, que responde por roubo, foram autuados por homicídio qualificado por motivo torpe, impossibilidade de defesa da vítima e restrição de liberdade. Já os dois adolescentes, que já possuíam registros de atos infracionais, foram encaminhados à Delegacia da Criança e do Adolescente (DCA) e autuados em um ato infracional análogo ao mesmo crime registrado contra os irmãos.

Denúncias 

A população pode contribuir com as investigações repassando informações que auxiliem os trabalhos policiais. As denúncias podem ser feitas para o número 181, o Disque-Denúncia da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), ou para o (85) 3101-0181, que é o número de WhatsApp, por onde podem ser feitas denúncias via mensagem, áudio, vídeo e fotografia.

As denúncias podem ser encaminhadas também para o telefone (85) 3257-4807, do DHPP, que também é o WhatsApp do Departamento. O sigilo e o anonimato são garantidos.

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