O brasileiro Hugo adiou o sonho do bicampeonato consecutivo e encerrou com medalha de bronze a Copa do Mundo de tênis de mesa em Macau (China). Neste domingo (5), o carioca número 3 do mundo foi superado nas semifinais pelo chinês Wang Chuqin, líder do ranking e atual campeão mundial. O anfitrião levou a melhor por 4 sets a 1 (parciais de 11/7, 11/3, 11/7, 6/11 e 12/10), quase um ano após amargar o vice-campeonato na edição passada, quando foi derrotado por Calderano na final. Horas depois, Chuqin faturou pela primeira vez na carreira um título de simples em Copa do Mundo. O asiático travou uma batalha acirrada contra o japonês Matsushima Sora (8º do ranking), mas ao final garantiu o ouro ao ganhar por 4 sets a 3 (9/11, 18/16, 11/8, 11/13, 8/11, 11/4 e 11/8).
O Hospital Geral Dr. Waldemar Alcântara (HGWA), da rede da Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa) e administrado pelo Instituto de Saúde e Gestão Hospitalar (ISGH), celebrou 19 anos de fundação nesse domingo (26). A unidade de nível secundário, referência nos cuidados em saúde, completa quase duas décadas com certificação nacional em excelência – Nível 3, sendo a única do sistema público de saúde de Fortaleza com o título.
Para o diretor-geral do HGWA, Denys Briand, que participa da história do hospital desde seu início, o momento é de felicidade. “Fiz a primeira seleção do hospital. Os colaboradores têm um senso de pertença muito grande, no sentido de trabalharem em um local em que eles percebem que, nitidamente, o paciente está no centro do nosso cuidado. Que trabalhamos com qualidade, segurança, e isso também reflete nas nossas atitudes com os colaboradores. É o que me faz gostar de trabalhar e fazer parte dessa família chamada HGWA”, afirma.
Por mês, o HGWA realiza, em média, cerca de 700 internações. A unidade dispõe de 323 leitos operacionais. Durante a primeira e a segunda ondas de Covid-19, o hospital tornou-se referência em todo o Estado no tratamento da doença, recebendo diversos pacientes e ajustando o corpo clínico para atender à grande demanda.
Para o diretor-geral do HGWA, Denys Briand, que participa da história do hospital desde seu início, o momento é de felicidade. “Fiz a primeira seleção do hospital. Os colaboradores têm um senso de pertença muito grande, no sentido de trabalharem em um local em que eles percebem que, nitidamente, o paciente está no centro do nosso cuidado. Que trabalhamos com qualidade, segurança, e isso também reflete nas nossas atitudes com os colaboradores. É o que me faz gostar de trabalhar e fazer parte dessa família chamada HGWA”, afirma.
Por mês, o HGWA realiza, em média, cerca de 700 internações. A unidade dispõe de 323 leitos operacionais. Durante a primeira e a segunda ondas de Covid-19, o hospital tornou-se referência em todo o Estado no tratamento da doença, recebendo diversos pacientes e ajustando o corpo clínico para atender à grande demanda.
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