IFCE Jaguaribe define novos cursos em audiência pública Encontro reuniu representantes de diferentes segmentos; confira as formações escolhidas Publicada por Luis Freitas em 28/08/2026 ― Atualizada em 28 de Agosto de 2026 às 13:52 Em conjunto com a comunidade local, representantes de instituições públicas e privadas, o Campus Jaguaribe do IFCE definiu os cursos que serão prioridade para novas implantações e ofertas naquela unidade, com expectativa para os próximos dois anos 2027/28. As formações técnicas em Biotecnologia (integrado ao Ensino Médio) e em Administração (para quem já concluiu o Ensino Médio); e os cursos superiores de Tecnologia em Alimentos; Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas; além da Licenciatura em Pedagogia foram os escolhidos por meio de audiência pública no último dia 26/8. “Tivemos uma participação importante da comunidade e de diversos segmentos da sociedade, que puderam contribuir diretamente com a discussão sobre os próximos caminhos para...
Em situações nas quais os pacientes estão com quadro de saúde mais grave, a comunicação com a família é feita pela equipe médica responsável. Em casos menos complexos, o contato é realizado por meio de boletim médico – enviado pela equipe de Serviço Social aos familiares.
O diálogo é feito por ligação, aplicativo de mensagens ou de forma presencial. Além disso, a equipe de Serviço Social faz chamadas de áudio ou vídeo com pacientes que estão com quadro de saúde estável e em condição de falar. A comunicação, seja pela equipe médica ou pela área responsável, é feita após 24 horas em que o usuário é regulado para um leito em um hospital da rede de saúde.
Crianças, adolescentes e pessoas com deficiência podem ter acompanhante nas UPAs. Já os idosos, somente em casos específicos, quando diagnosticados com mal de Alzheimer, por exemplo, e mediante autorização do médico responsável a fim de evitar casos de contaminação por covid-19.
Atendimento humanizado
A equipe de assistentes sociais também passou a participar da reabilitação de pacientes com covid-19, promovendo momentos de humanização durante a recuperação dos acometidos pela síndrome respiratória. “Assistentes sociais, assim como médicos e enfermeiros, passaram a fazer chamadas de vídeo entre o paciente e a família. Mesmo com a distância, percebemos que esse simples contato promove uma recuperação mais rápida e eficaz do paciente, que se sente mais motivado. Essas iniciativas devem continuar mesmo após a pandemia”, diz Danielle Brito, coordenadora do Serviço Social dos equipamentos.
A equipe da área assumiu a missão de ser um elo entre pacientes e famílias e de compartilhar histórias de superação. Na UPA Canindezinho, a assistente social Maria Fernandes Escobar rememora um atendimento em que o paciente, com medo da intubação, não queria ser internado. Após conversas, acolhimento e orientação da equipe profissional, o usuário decidiu permanecer na unidade.
“O paciente ficou em descanso na UPA por quase uma semana e, quando chegou a vaga para um leito em um hospital, ele não queria ir. Disse que, na UPA, se sentia em casa, que confiava na equipe e que tinha medo de como seria em outro lugar”, lembra Escobar.
Transparência
Além dos médicos que desempenham as atividades comuns da profissão, as UPAs possuem profissionais da Medicina que atuam em gestão, como os chefes de equipe. Uma das grandes responsabilidades da função é orientar a equipe médica responsável pelo paciente que está em leito de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) quanto à comunicação com familiares do internado.
Igor Carvalho é médico chefe de equipe na UPA Conjunto Ceará e explica como é realizado esse contato. “A ligação é feita pelo menos uma vez ao dia. Relatamos as informações principais sobre o quadro clínico do paciente, sua evolução, se ele está intubado ou em ventilação mecânica, os resultados de exames e o uso dos remédios”.
Quando as notícias acerca do quadro dos internados são delicadas ou não tão satisfatórias, é preciso muita cautela na hora de informar à família. “Geralmente, somos objetivos, porém, nesse momento, é preciso uma abordagem mais humanizada. Por isso, buscamos ouvir mais a família e trabalhar a aceitação. Notícias de óbito nunca são ditas por telefone, apenas presencialmente. Em suma, nossa comunicação busca ser a mais clara e humanizada possível”, pontua.
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