Em 13 anos, doença inflamatória intestinal cresce 5 vezes no Brasil Número de casos passou de 30 para 158, entre 2012 e 2025 Vitor Abdala - Repórter da Agência Brasil Publicado em 25/09/2026 - 10:31 Rio de Janeiro © Nadzeya/ Adobe Stock Versão em áudio O número de pessoas com doenças inflamatórias intestinais (DII) cresceu cinco vezes no Brasil, entre 2012 e 2025. A incidência dessas enfermidades – como a doença de Crohn e a retocolite ulcerativa – passou de 30 para 158 casos por 100 mil habitantes no período. O dado é de um estudo apresentado no 74º Congresso Brasileiro de Coloproctologia , que ocorre até este sábado (26), em Balneário Camboriú (SC). O levantamento foi feito por dois membros da Sociedade Brasileira de Coloproctologia (SBCP): Abel Quaresma, da Universidade do Oeste de Santa Catarina (Unoesc), e Paulo Kotze, da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR). Eles trabalharam em parceria com pesquisadores das universidades de Calgary (Canadá), d...
A aplicação seguirá sem necessidade de agendamento prévio, na modalidade de livre demanda
A partir desta quinta-feira (28/07), a Prefeitura de Fortaleza inicia a aplicação da terceira dose da vacina contra a Covid-19 em crianças de 5 a 11 anos que receberam a segunda dose há, no mínimo, quatro meses. A aplicação seguirá a modalidade de livre demanda, sem necessidade de agendamento prévio, nos locais que estiverem realizando vacinação contra Covid-19, conforme a programação diária divulgada no portal da Prefeitura de Fortaleza. (fortaleza.ce.gov.br).
Na última quinta-feira (21/07), a Secretaria de Saúde do Estado (Sesa) recomendou a aplicação da terceira dose para crianças de 5 a 11 anos. A ampliação leva em conta o fortalecimento da proteção contra a Covid-19 em meio ao cenário epidemiológico atual, considerando, também, a aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) da terceira dose neste público.
Em Fortaleza, até a última terça-feira (26/07), cerca de 107 mil crianças de 5 a 11 anos já estão com o esquema primário de vacinação completo, composto por duas doses. O quantitativo equivale a 38% da estimativa populacional do público desta faixa etária, que é de aproximadamente 284 mil pessoas.
“Estamos com uma baixa adesão das crianças à vacina contra a Covid-19, em um momento epidemiológico com registros de casos mais graves nesse público. É importante que os pais assumam o compromisso de manter a proteção dos seus filhos”, ressalta Ana Estela Leite, titular da Saúde de Fortaleza.
Documentos necessários
Ao comparecer ao centro de vacinação, as crianças devem apresentar os documentos originais: identidade (com foto), CPF, Cartão Nacional de Saúde (CNS), comprovante de residência atualizado e o cartão de vacinação. Aquelas que não possuem RG poderão levar a certidão de nascimento junto a um documento com foto, que pode ser o bilhete único ou a carteira estudantil.
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