FMI prevê crescimento de 2,2% do PIB do Brasil em 2026 Projeção supera expectativa do governo e do mercado Bruno de Freitas Moura - Repórter da Agência Brasil Publicado em 13/10/2026 - 15:11 Rio de Janeiro © Reuters/Yuri Gripas/Direitos Reservados Versão em áudio O Fundo Monetário Internacional (FMI) projetou o crescimento da economia brasileira em 2,2% em 2026, no documento Perspectivas da Economia Mundial , divulgado na noite de segunda-feira (12). Na versão anterior do estudo, publicada em julho, a estimativa era de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB, conjunto de todos os bens e serviços produzidos no país) em 2,4%. Para 2027, a previsão de avanço passou de 2,2% para 1,9%. Apesar da redução para 2026, a projeção do FMI se mantém acima do esperado pelo próprio governo brasileiro. O Boletim Macrofiscal da Secretária da Política Econômica do Ministério da Fazenda , divulgado em setembro, baixou a estimativa de crescimento do PIB de 2,3% para 2,0%. Já o Focus, sondagem do B...
Exame deve ser feito, preferencialmente, entre o 3º e 5º dia de vida e detecta seis doenças diferentes
Com o objetivo de diagnosticar precocemente doenças genéticas, congênitas, infecciosas, erros inatos do metabolismo e da imunidade em bebês recém-nascidos, a Prefeitura de Fortaleza oferece, diariamente, nas 116 Unidades de Atenção Primária à Saúde (UAPS) a realização do teste do pezinho. Após coleta, a amostra é enviada para o Laboratório Central de Saúde Pública do Ceará (Lacen).
Para a realização do exame é necessário apresentar, no posto de saúde, a Declaração de Nascidos Vivos (DNV) da criança e Cartão Nacional de Saúde (CNS) da mãe. No município, de janeiro a julho deste ano, foram realizados 8.440 exames, cerca de 1.200 testes por mês.
O teste deve ser realizado, preferencialmente, entre o 3º e 5º dia de vida do bebê, uma vez que diversas doenças não apresentam sintomas no nascimento e, se não forem diagnosticadas e tratadas precocemente, podem causar sérias complicações à saúde do recém-nascido.
A triagem é realizada no calcanhar, uma área bem vascularizada onde é possível obter uma amostra de sangue suficiente. Além disso, a técnica utilizada é a lanceta e não agulha, evitando assim possíveis complicações.
A partir da sua realização, os bebês têm acesso a exames confirmatórios e são encaminhados para o agendamento de consulta com especialistas na rede estadual de saúde, assegurando a linha de cuidado necessária para cada doença.
É importante ressaltar que caso o exame não seja realizado, o bebê perde a chance de ser tratado em tempo hábil, podendo sofrer danos relacionados ao desenvolvimento neuropsicomotor, sequelas, internações e até óbito.
Doenças que o teste detecta
Entre as doenças rastreadas pelo teste do pezinho estão:
- Hipotireoidismo congênito: com o diagnóstico tardio, a criança terá retardo mental grave chamado de cretinismo;
- Fenilcetonúria: doença rara, congênita e genética, que afeta o sistema neurológico;
- Anemia falciforme: doença do sangue causada por uma alteração genética no formato das hemácias, diminuindo sua capacidade de transportar oxigênio para as células do corpo e gerando sintomas como dor generalizada, fraqueza e apatia;
- Fibrose cística: conhecida também como mucoviscidose, é uma doença genética, hereditária, autossômica e recessiva, ou seja, passa de pai/mãe para filho (a). Ela afeta os aparelhos digestivo e respiratório e as glândulas sudoríparas;
- Hiperplasia adrenal congênita: doença que afeta os hormônios essenciais da vida, como cortisol e aldosterona. Sem o tratamento precoce, leva o bebê à desidratação grave nos primeiros dias de vida, frequentemente evoluindo para óbito;
- Deficiência de biotinidase: doença metabólica hereditária que pode causar convulsões, surdez, ataxia, hipotonia, dermatite, queda de cabelo e atraso no desenvolvimento.
Para a realização do exame é necessário apresentar, no posto de saúde, a Declaração de Nascidos Vivos (DNV) da criança e Cartão Nacional de Saúde (CNS) da mãe. No município, de janeiro a julho deste ano, foram realizados 8.440 exames, cerca de 1.200 testes por mês.
O teste deve ser realizado, preferencialmente, entre o 3º e 5º dia de vida do bebê, uma vez que diversas doenças não apresentam sintomas no nascimento e, se não forem diagnosticadas e tratadas precocemente, podem causar sérias complicações à saúde do recém-nascido.
A triagem é realizada no calcanhar, uma área bem vascularizada onde é possível obter uma amostra de sangue suficiente. Além disso, a técnica utilizada é a lanceta e não agulha, evitando assim possíveis complicações.
A partir da sua realização, os bebês têm acesso a exames confirmatórios e são encaminhados para o agendamento de consulta com especialistas na rede estadual de saúde, assegurando a linha de cuidado necessária para cada doença.
É importante ressaltar que caso o exame não seja realizado, o bebê perde a chance de ser tratado em tempo hábil, podendo sofrer danos relacionados ao desenvolvimento neuropsicomotor, sequelas, internações e até óbito.
Doenças que o teste detecta
Entre as doenças rastreadas pelo teste do pezinho estão:
- Hipotireoidismo congênito: com o diagnóstico tardio, a criança terá retardo mental grave chamado de cretinismo;
- Fenilcetonúria: doença rara, congênita e genética, que afeta o sistema neurológico;
- Anemia falciforme: doença do sangue causada por uma alteração genética no formato das hemácias, diminuindo sua capacidade de transportar oxigênio para as células do corpo e gerando sintomas como dor generalizada, fraqueza e apatia;
- Fibrose cística: conhecida também como mucoviscidose, é uma doença genética, hereditária, autossômica e recessiva, ou seja, passa de pai/mãe para filho (a). Ela afeta os aparelhos digestivo e respiratório e as glândulas sudoríparas;
- Hiperplasia adrenal congênita: doença que afeta os hormônios essenciais da vida, como cortisol e aldosterona. Sem o tratamento precoce, leva o bebê à desidratação grave nos primeiros dias de vida, frequentemente evoluindo para óbito;
- Deficiência de biotinidase: doença metabólica hereditária que pode causar convulsões, surdez, ataxia, hipotonia, dermatite, queda de cabelo e atraso no desenvolvimento.
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